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sábado, 9 de dezembro de 2023

LEITURA E INTERPRETAÇÃO DE TEXTO - CONTO DE AMOR - FUNDAMENTAL II

 

COM CERTEZA TENHO AMOR

Um conto escrito por Marina Colasanti


Moça tão resguardada por seus pais não deveria ter ido à feira. Nem foi, embora muito o desejasse. Mas porque o desejava, convenceu a ama que a acompanhava a tomar uma rua em vez de outra para ir à igreja, e a rua que tomaram passava tão perto da feira que seus sons a percorriam como água e as cores todas da feira pareciam espelhar-se nas paredes claras. Foi dessa rua, olhando através do véu que lhe cobria metade do rosto, que a moça viu os saltimbancos em suas acrobacias.

E foi nessa rua, recortada como uma silhueta em suas roupas escuras, o rosto meio coberto por um véu, que o mais jovem dos saltimbancos, atrasado a caminho da feira, a viu.

Era o mais jovem, era o mais forte, era o mais valente entre os onze irmãos. A partir daquele encontro porém, uma fraqueza que não conhecia deslizou para dentro do seu peito. À noite suspirava como se doente.

- Que tens? - perguntaram-lhe os irmãos.

- Não sei - respondeu. E era verdade. Sabia apenas que a moça velada aparecia nos seus sonhos, e que parecia sonhar mesmo acordado porque mesmo acordado a tinha diante dos olhos.

Àquela rua a moça não voltou mais. Mas ele a procurou em todas as outras ruas da cidade até vê-la passar, esperou diante da igreja até vê-la entrar, acompanhou-a ao longe até vê-la chegar em casa.

Agora sorria, cantava, embora de repente largasse a comida no prato porque nada mais lhe passava na garganta.

- Que tens? - perguntaram-lhe os irmãos.

- Acho, não sei... - respondeu ele abaixando a cabeça sobre o seu rubor - creio... que tenho amor.

Na sua casa, a moça também sorria e cantava, largava de repente a comida no prato e se punha a chorar.

- Tenho... sim... com certeza tenho amor - respondeu à ama que lhe perguntou o que tinha.

Mas nem a ama se alegrou, nem se alegraram os dez irmãos. Pois como alegrar-se com um amor que não podia ser?

De fato, tanto riso tanto choro acabaram chamando a atenção do pai da moça que, vigilante e sem precisar perguntar, trancou-a no quarto mais alto da sua alta casa. Não era com um saltimbanco que havia de casar a filha criada com tanto esmero.

Mas era com o saltimbanco que ela queria se casar.

E o saltimbanco, ajudado por seus dez irmãos, começou a se preparar para chegar até ela.

Afinal uma noite, lua nenhuma que os denunciasse, encaminharam-se os onze para a casa da moça. Seus pés calçados de feltro calavam-se sobre as pedras.

O mais jovem era o mais forte, teria ele que sustentar os demais. Pernas abertas e firmes, cravou-se no chão bem debaixo da janela dela. O segundo irmão subiu para os seus ombros, estendeu a mão e o terceiro subiu. O quarto escalou os outros até subir nos ombros do terceiro. E, um por cima do outro, foram se construindo como uma torre. Até que o último chegou ao topo.

O último chegou ao topo, e o topo não chegou à altura da janela da moça. De cima a baixo os irmãos passaram-se a palavra. Os onze parecem ondejar por um instante. Então o mais jovem e mais forte saiu de debaixo dos pés do seu irmão deixando-o suspenso no ar, e tomando a mão que este lhe estendeu subiu rapidamente por ele, galgando a mão que este lhe estendeu subiu rapidamente por ele, galgando seus irmãos um a um.

No alto, a janela se abriu.

Texto de Marina Colasanti. 23 histórias de um viajante. São Paulo: Global, 2005, p. 51-55.


Glossário

Ama: criada de dama nobre.

Ondejar: ondear, mover-se sinuosamente, formando ondas.

Saltimbancos: artista popular que se exibe em vias públicas ou feiras.

Velado: coberto com véu.


ATIVIDADES PARA ENTENDER O TEXTO


1. Qual é o assunto desse conto?

2. O narrador apresenta primeiro as reações do saltimbanco. Já as reações e o estado da moça são semelhantes aos do jovem. Que estado é esse?

3. Pelas informações contidas no texto, parece que as personagens já haviam se apaixonado antes? Justifique sua resposta.

4. O pai da moça não aceitou o amor dos jovens: não queria que a filha se casasse com um saltimbanco.

a) Que razões ele poderia ter para proibir esse casamento?

b) Nas histórias de amor, os amantes precisam vencer obstáculos para ficarem juntos. Que obstáculos a jovem e o saltimbanco enfrentaram?

5. No conto, o que tornou possível a solução adotada pelo irmão mais novo?

6. Nos contos de amor, as personagens em geral devem enfrentar e superar obstáculos para viver seu amor. Que tipo de obstáculos podem ser esses?

7. O conto lido tem elementos que o aproximam dos contos de fadas. Quais são eles?

8. O início do conto tem dados suficientes para o leitor construir uma imagem da moça e do saltimbanco. Como eles são caracterizados?

9. A caracterização das personagens sugere que a moça e o saltimbanco pertenciam a classes sociais diferentes.

a) Nos contos de amor, que tipo de obstáculo o leitor já imagina que os amantes enfrentarão quando pertencem a classes sociais distintas?

b) Se, em vez do saltimbanco, a moça tivesse se apaixonado por um jovem comerciante muito rico, que tipo de complicação o leitor poderia esperar encontrar?

10. Nem a ama nem os irmãos do rapaz se alegraram com aquele "amor que não podia ser". O que o leitor precisa saber para entender por que o amor era impossível?


CRÉDITOS

Tanto o texto como as atividades (algumas adaptadas) foram recortadas do livro didático que eu muito aprecio. Trata-se da coleção "Para viver juntos: português 9º ano, organizado pela editora SM, 2015, de autoria coletiva: Greta Marchetti, Heidi Strecker e Mirella L. Cleto.


MANUAL DO PROFESSOR

1. O amor proibido entre uma jovem dama e um saltimbanco.

2. A moça estava muito emocionada e sem apetite.

3. Pela incompreensão das personagens sobre seu sentimento, é bem provável que nunca antes haviam experimentado o amor.

4. a) Provavelmente ele queria que a filha se casasse com um homem rico, bem posicionado socialmente.

b) A proibição do pai da moça; o fato de a moça ser presa pelo pai em uma torre; o fato de a torre feita pelo saltimbanco e por seus irmãos não ter alcançado a janela da jovem.

5. O elemento mágico que permite que a torre humana se sustente.

6. Obstáculos externos: oposição da família ou da sociedade, distância, morte, guerras, exílio; obstáculos internos: medo do amor, timidez, insegurança etc.

7. A ama, a feira, os saltimbancos, o pai que tranca a filha no quarto mais alto da casa, o namorado que escala a torre onde a amada foi trancada.

8. A moça era protegida pelo pais, porém esperta o suficiente para levar a ama a tomar outra rua para ir à igreja; provavelmente era rica, pois tinha uma ama. O saltimbanco era o mais jovem, o mais forte e o mais valente dos onze irmãos; provavelmente era pobre.

9. a) A oposição da família e da sociedade.

b) O leitor poderia imaginar que a moça e o rico comerciante fossem de famílias rivais, ou que ela já tivesse prometida a outro homem.

10. O leitor deve saber que o casamento entre pessoas de grupos sociais diferentes sofre muita rejeição.





sábado, 2 de dezembro de 2023

QUESTÕES PARA SIMULADO LÍNGUA PORTUGUESA 6º ANO ENSINO FUNDAMENTAL II

 

LEIA O TEXTO A SEGUIR PARA RESPONDER ÀS QUESTÕES 01 A 06.


Revista Superinteressante. Edição 178, julho 2002, adaptado.


QUESTÃO 01: O texto que você acabou de ler visa divulgar, sob a forma de palavras ou símbolos, uma informação selecionada com a finalidade de introduzir na opinião pública determinada atitude ou ideia (Ecologia) e o desejo de consumo. Sendo assim, esse texto é uma

(A) reportagem.
(B) notícia jornalística.
(C) propaganda.
(D) narração.

QUESTÃO 02: Leia o trecho, retirado do texto.

"Prazer em ver que os maracujás, buritis e tantos outros ativos de Natura Ekos vivem na biodiversidade brasileira, e são extraídos a partir de processos que buscam garantir sua renovação no futuro."

Agora leia o significado das palavras abaixo:

Bio: vida
Diversidade: variedade

A biodiversidade de que trata o texto refere-se à variedade de

(A) animais brasileiros.
(B) flora brasileira.
(C) etnias do Brasil.
(D) culturas brasileiras.

QUESTÃO 03: Na ilustração, temos a apresentação de cada produto, como em "Eu sou o buriti. Eu sou o cacau. Eu sou o maracujá. Muito prazer".

A informação destacada da ilustração do texto tem como objetivo

(A) chamar a atenção do leitor para a marca Ekos.
(B) relacionar diretamente os elementos da natureza ao produto.
(C) divulgar o fabricante do produto.
(D) ser apenas ilustrativa.

QUESTÃO 04: Leia, novamente, o que está na tampa dos vidros.

"- Eu sou o buriti. - Eu sou o cacau. - E sou o maracujá."

É correto afirmar que, no texto, cacau, buriti e maracujá são

(A) matéria-prima dos produtos.
(B) folhas.
(C) flores.
(D) árvores.

QUESTÃO 05: Leia o trecho:

"Para o seu bem-estar e para você estar bem com o seu mundo, muito prazer." Agora, leia os significados das expressões destacadas.

bem-estar: conforto, estado de perfeita satisfação física ou moral.
estar bem: gozar de saúde, viver em harmonia.

Com base no texto, é correto afirmar que as expressões destacadas indicam, respectivamente:

(A) satisfação; viver em paz.
(B) consumo; viver em sintonia.
(C) solidão; ter boa convivência.
(D) comodidade; ter dinheiro.

QUESTÃO 06: Leia:

"Prazer em ver que os macarujás, buritis e tantos outros ativos de Natura Ekos vivem na biodiversidade brasileira, e são extraídos a partir de processos que buscam garantir sua renovação no futuro."

O termo destacado no trecho relaciona-se à ideia de renovar

(A) os processos de extração.
(B) o consumidor.
(C) alguns ativos de Natura Ekos.
(D) a biodiversidade brasileira.



GABARITO
01 C
02 B
03 B
04 A
05 A
06 D



sábado, 25 de novembro de 2023

ATIVIDADES DE INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS - 1º ANO ENSINO MÉDIO - ENEM


LEIA OS TEXTOS E, A SEGUIR, RESPONDA ÀS QUESTÕES 01 A 03.

TEXTO I

Foi um grandioso espetáculo, repleto de bom gosto, a abertura dos Jogos do Rio. Os diretores do evento merecem aplausos pelo alegre estilo que tomou conta do Maracanã. As projeções foram perfeitas, assim como a atuação das centenas de artistas. O inesquecível show de luz e de som expôs para o mundo o inesgotável talento do povo brasileiro.

JOSÉ CARLOS DA COSTA (Belo Horizonte, MG)

TEXTO II

Espetáculo emocionante, mas permanece a sensação de desconforto provocada pelos enormes gastos canalizados para os Jogos, em detrimento da saúde, da segurança e da educação. Tomara que, além dos resultados esportivos, reste algum saldo positivo para a população.

PAULO ROBERTO (Rio de Janeiro, RJ)

FOLHA DE S. PAULO. Disponível em: http://www.1.folha.uol.com.br/paineldoleitor/2016/08


QUESTÃO 01: As opiniões dos leitores da Folha de S. Paulo sobre a abertura da olimpíada são

(A) semelhantes.
(B) redundantes.
(C) compatíveis.
(D) divergentes.
(E) objetivas.

QUESTÃO 02: Qual é o tipo de linguagem empregada nos textos?

(A) Regional.
(B) Científica.
(C) Informal.
(D) Jurídica.
(E) Formal.

QUESTÃO 03: Qual é a finalidade dos textos I e II?

(A) Informar.
(B) Advertir.
(C) Opinar.
(D) Instruir.
(E) Divulgar.

QUESTÃO 04: Leia o texto a seguir.

Carta aos senhores deputados

A comissão de Meio Ambiente da Câmara dos Deputados está para votar o Projeto de Lei 6424/05 que propõe mudanças, para pior, no Código Florestal brasileiro. A proposta, apelidada de "Floresta Zero", diminui de 80% para 50% a área com vegetação original que deve ser conservada e usada apenas para a atividade de manejo florestal das propriedades privadas na Amazônia, a chamada Reserva Legal.

A Amazônia não é apenas a maior floresta tropical do planeta; é uma das regiões de maior biodiversidade do mundo. Seu destino está intrinsicamente ligado ao futuro do clima global: a proteção da floresta pode significar um planeta menos quente, enquanto sua destruição representa o agravamento do aquecimento global. A chuva produzida na Amazônia, por exemplo, é essencial para a geração de energia, produção de alimentos e abastecimento de água nas regiões Centro, Sul e Sudeste do Brasil.

CEREJA, W. R. Texto e interação: 3. ed. São Paulo: Atual, 2009.

Esta carta tem a finalidade de

(A) apontar a diminuição da área de vegetação original de 80% para 50%.
(B) descrever a Floresta Amazônica, bem como sua vegetação, clima e biodiversidade.
(C) explicar sobre a importância da chuva produzida na Amazônia que gera energia e alimentos.
(D) instruir a comissão do Meio Ambiente da Cãmara dos Deputados a respeito da proposta apelidada por "Floresta Zero".
(E) alertar sobre a possibilidade de se aprovar o Projeto de Lei 6.424/05, que propõe mudanças para pior, no Código Florestal, conforme os autores da carta.

QUESTÃO 05: Leia o texto a seguir.

Quanta pressa!

Como vc é apressada! Não lembra que eu disse antes de vc viajar que eu ia pra fazenda do meu avô? Quem mandou não dar notícias antes d'eu ir pra lá?!?!?!: - O
Vc sabia. Eu avisei. Vc não presta atenção no que eu falo?
Quando ficar mais calma eu tc mais, tá legal?

(Mônica)

PINA, Sandra. Entre e-mails e acontecimentos. São Paulo: Salesiana, 2006. Fragmento.

Nesse texto, a linguagem predominante é característica do meio

(A) virtual.
(B) político.
(C) jurídico.
(D) esportivo.
(E) acadêmico.




GABARITO
01 D
02 E
03 C
04 E
05 A


sábado, 18 de novembro de 2023

ATIVIDADES DE LEITURA E INTERPRETAÇÃO DE TEXTO - GÊNERO RESENHA


LEIA O TEXTO A SEGUIR PARA RESPONDER ÀS QUESTÕES 01 A 05.

RESENHA: O PEQUENO PRÍNCIPE [ANTONIE DE SAINT-EXUPÉRY]

O pequeno Príncipe é uma bela história de reflexão e aprendizado. Com uma escrita fluída e simples, que envolve desde o público infantil até o mais maduro, o autor incita o leitor a reavaliar seus valores, levando-o a repensar as verdadeiras riquezas da vida. Amor, amizade, trabalho, dinheiro, política... O quanto esses itens são fundamentais em nossas vidas? Quais deles são - ou devem ser - nossas reais prioridades? Guiados pelo coração bondoso de uma criança, um pequeno príncipe que veio de muito longe, reaprendemos que o sentido da vida está nas pequenas coisas; que o essencial é invisível aos olhos.

A trama gira em torno das experiências do Pequeno Príncipe, um jovem que sai de seu planeta e segue viajando em busca de novos mundos e de inúmeras descobertas. - Ele quer saber a aprender cada vez mais! Em uma de suas andanças o jovenzinho vai parar na Terra, mais especificamente no meio do deserto, local que encontra um piloto perdido após um pouso complicado. Enquanto o piloto tenta consertar seu avião, ele e o pequeno Príncipe criam um forte laço de amizade, compartilhando histórias e aprendizagens. O pequenino, com seu coração puro e seu instinto curioso, leva o piloto - e o próprio leitor - a pensar sobre as certezas da vida. É na simplicidade dessa criança, que compreende a beleza de uma estrela e o valor de uma única flor, que aprendemos a enxergar a vida sob um novo olhar.

O que torna o livro O Pequeno Príncipe um clássico que perpetua entre gerações é sua atemporalidade. As mensagens por trás da leitura não são apenas frutos da escrita do autor, mas sim da interpretação do leitor, que dependendo da fase que está vivendo encarará a leitura de uma maneira diferente. Trata-se de uma história poética que fala sobre nosso dia a dia, sobre nossos amores, nossas amizades, nossa ganância e nossos erros tão comuns e repetitivos: o homem que não vê com o coração, que só se importa com o trabalho, que só cultiva o dinheiro, que não tem bons amigos e, principalmente, o homem que não é capaz de manter viva a criança dentro de si. São infinitas as passagens reflexivas da obra. [...]

É impossível não amar esse livro por causa das reflexões que ele gera. Mas é inegável que o garnde diferencial da obra está no fato de cada leitor interpretá-la de uma maneira, de cada um ser tocado de uma forma única. Ouso dizer que a leitura nos faz refletir exatamente a respeito daquilo que mais duvidamos, é como se o livro falasse com o leitor. Portanto, só lendo para saber o quão valiosa é essa obra. Outro ponto importante é lê-la de coração aberto. Esse é o tipo de livro que precisa ser degustado aos poucos, só assim a leitura será completa e nenhum pouco superficial. Além de um texto rico, a edição luxo publicada pela Geração Editorial está lindíssima. Fiquei encantada com o capricho das ilustrações e os detalhes que acompanham cada página. [...]

Ela foi escrita em meio à Segunda Guerra Mundial e, antes de qualquer coisa, é um reflexo das experiências, dos medos e das esperanças do autor e piloto Antoine de Saint-Exupéry. Fiquei completamente apaixonada por suas palavras e pela maneira como elas refletem, mesmo sem querer, um cenário mundial devastado pela podridão dos homens.

Eis um livro completamente apaixonante! Sem dúvida o indico para todos os amantes das palavras que aquecem e acalmam o coração.

Paola Aleksandra. Disponível em: https://www.livrosefuxicos.com/2015/03/resenha-o-pequeno-principe-antoine-de.html. Acesso em: 10 nov. 2016.

QUESTÃO 01: A finalidade desse texto é

(A) narrar uma história.
(B) relatar uma viagem.
(C) apresentar uma obra.
(D) opinar sobre um fato.
(E) descrever um episódio.

QUESTÃO 02: No fragmento "- Ele quer saber e aprender cada vez mais!", a palavra "Ele" refere-se a

(A) leitor.
(B) jovem.
(C) planeta.
(D) sentido.
(E) coração.

QUESTÃO 03: No trecho "A trama gira em torno das experiências do Pequeno Príncipe, um jovem que sai de seu planeta e segue viajando em busca de novos mundos e de inúmeras descobertas.", a palavra "trama" substitui

(A) escrita.
(B) história.
(C) política.
(D) reflexão.
(E) amizade.

QUESTÃO 04: No trecho "É impossível não amar esse livro por causa das reflexões que ele gera. Mas é inegável que o grande diferencial da obra está no fato de cada leitor interpretá-la de uma maneira, de cada um ser tocado de uma forma única.", o termo "la" refere-se à

(A) obra.
(B) criança.
(C) ganância.
(D) leitura.
(E) história.

QUESTÃO 05: No fragmento "Mas é inegável que o grande diferencial da obra está no fato de cada leitor interpretá-la de uma maneira, de cada um ser tocado de uma maneira, de cada um ser tocado de uma forma única.", a palavra "mas" estabelece uma ideia de

(A) adição.
(B) condição.
(C) oposição.
(D) conclusão.
(E) proporção.







GABARITO
01 C
02 B
03 B
04 A
05 C

sábado, 11 de novembro de 2023

LEITURA E INTERPRETAÇÃO TEXTUAL - LÍNGUA PORTUGUESA - 6º ANO ENSINO FUNDAMENTAL II


LEIA O TEXTO A SEGUIR PARA RESPONDER ÀS QUESTÕES 01 A 04.


QUESTÃO 01: Após a leitura do texto da Mafalda, podemos dizer que:

(A) o pai da Mafalda já acreditava que o mundo estava doente.
(B) Mafalda apenas brinca de boneca com o globo terrestre.
(C) problemas sociais, entre outros, são responsáveis diretos por essa doença no mundo.
(D) os colegas de trabalho do pai da Mafalda já sabiam da doença do mundo.

QUESTÃO 02: A partir da leitura do trecho "Vamos escutar o noticiário para ver como vai o doente", é possível afirmar que:

(A) o noticiário oferece notícias sobre o mundo e sua "doença".
(B) antes de a Mafalda ouvir o noticiário, o mundo não estava doente.
(C) a Mafalda não entende o noticiário porque é uma criança pequena.
(D) O pai da Mafalda acredita em suas ideias.

QUESTÃO 03: Notícias sobre terremotos, alagamentos, seca e fome estão todos os dias nos noticiários. Pense um pouco e escolha a melhor opção:

(A) dizer que o mundo está doente também significa que todas as crianças do mundo estão abandonadas.
(B) o noticiário apenas contou à Mafalda sobre algumas doenças do mundo: sarampo, gripe e catapora.
(C) a Mafalda cuida do mundo porque ela é uma criança cheia de ilusões.
(D) a Mafalda cuida do mundo porque ela sabe que há muitos problemas nele: falta de escola, saúde e moradia, fome, miséria, guerras, destruição do meio ambiente, etc.

QUESTÃO 04: Observe a imagem dos quadrinhos e escolha a melhor opção:

(A) o pai da Mafalda acredita na filha quando a vê cuidando do doente.
(B) o pai de Mafalda, ao ver um menino sujo e maltrapilho vendendo jornal na rua, muda sua opinião sobre o mundo estar ou não doente.
(C) os colegas de trabalho do pai de Mafalda não se surpreendem com a notícia de que o mundo está doente.
(D) o 7º quadrinho poderia ser retirado da história porque não tem texto e não interfere na leitura.

LEIA O TEXTO A SEGUIR PARA RESPONDER ÀS QUESTÕES 05 E 06.

Em todas as grandes cidades, existem problemas relativos à poluição veicular, causada pelo uso de combustíveis, como a gasolina e o óleo diesel. Uma tentativa de melhorar esse quadro é o uso de combustíveis alternativos, como o biodiesel e o etanol, menos poluentes e de fonte renovável. O Brasil é o maior produtor mundial de etanol (álcool combustível) e tem aumentado a sua frota de carros biocombustíveis consideravelmente. Uma alternativa para reduzir o consumo de combustíveis não renováveis é o investimento no transporte público, o que retiraria das ruas grande parte dos carros, diminuindo o consumo de combustível e melhorando a qualidade do ar.
Novas pesquisas estão sendo desenvolvidas para produção de carros com energia alternativa, como os carros elétricos e os carros movidos à água.
Atualmente, boa parte dos combustíveis depende do petróleo. O petróleo também serve para produzir plásticos e uma série de outros objetos, como tubulações, tintas e até mesmo roupas. Não é à toa que o petróleo seja tão valorizado.

QUESTÃO 05: O texto lido tem o objetivo de

(A) descrever uma sequência de fatos.
(B) passar uma informação ao leitor.
(C) debater sobre um assunto polêmico.
(D) mostrar ao leitor o melhor método para preservar o meio ambiente.

QUESTÃO 06: Qual é a alternativa de combustível mencionada no texto é menos poluente e de fonte renovável?

(A) Gasolina.
(B) Óleo diesel.
(C) Gasolina Aditivada.
(D) Etanol e biodiesel.





GABARITO
01 C
02 A
03 D
04 B
05 B
06 D





sábado, 4 de novembro de 2023

ATIVIDADES DE LEITURA E INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS - LÍNGUA PORTUGUESA - 6º ANO FUNDAMENTAL II


LEIA O TEXTO A SEGUIR PARA RESPONDER ÀS QUESTÕES 01 A 07.

A DURAS PENAS

Começou implicando com as palavras. Certas palavras.
Algaravia foi a primeira delas. O pai usava muito, toda vez que desejava traduzir ou explicar alguma situação muito confusa. Não dizia o pai que estava "a maior confusão", por exemplo. Era sempre algaravia. "Algaravia dos diabos!"
Depois vieram outras, tantas outras. Como presepada, salamaleque, paralelepípedo, empáfia etc. Etcetera, aliás, foi uma das boas.
Mas aos poucos foi passando a fase da implicância com as palavras. Implicância também: "Não me venha com implicância!" Sempre o pai, às vezes a mãe. Todos implicantes. Todos implicavam com ele. Foi, também aos poucos, entendendo o sentido delas na prática e se acostumando com as repetições. Dentro ou fora do contexto (essa durou um tempão para ser digerida).
E veio a fase das expressões. Evoluía.
Tem bicho-carpinteiro. Dormiu o sono dos justos. Está como o diabo gosta. Trabalha feito um condenado. E vai por aí afora (essa, então, era terrível e inaceitável. Por aí onde?).
Um dia ouviu o pai reclamando porque conseguiu não-sei-o-quê a duras penas. Confusão na cabeça. Confusão geral. Até algaravia. Começou a pensar e procurar e perseguir e pesquisar.
E viu que a galinha tinha penas, mas que elas eram molezinhas. Não era bem isso. E que quando sentia pena de alguém jamais endurecia. Também não era isso. Ficava mesmo era bem molezinho, de coração derretido e a lágrima frouxa.
Quando o pai perguntou, disposto a ensinar, se ele já sabia o que queria dizer a duras penas, ficou maravilhado com a resposta do filho.
- Já sei! Já aprendi! E a duras penas.


PIMENTEL, L. In: Ciência Hoje das Crianças, adaptada.

QUESTÃO 01: Após a leitura do texto acima, podemos dizer que

(A) a criança é incentivada a pesquisar o significado das expressões populares com seus colegas de turma.
(B) o narrador explica o significado de todas as palavras e expressões populares usadas pelo pai.
(C) a criança tem dificuldade em entender o significado de algumas palavras e expressões populares.
(D) a criança não conseguiu entender o significado da expressão "a duras penas".

QUESTÃO 02: O texto lido

(A) é um anúncio publicitário.
(B) é um texto narrativo.
(C) somente transmite uma informação ao leitor.
(D) procura convencer o leitor sobre uma ideia.

QUESTÃO 03: Leia o trecho:

"Depois vieram outras, tantas outras. Como presepada, salamaleque, paralelepípedo, empáfia etc. Etcetera, aliás, foi uma das boas"

Os termos em destaque no trecho acima referem-se

(A) à pesquisa que o filho faz para saber o significado das palavras.
(B) ao surgimento de novas palavras no cotidiano do menino.
(C) sempre as mesmas palavras repetidas pelo pai.
(D) às palavras utilizadas pela mãe.

QUESTÃO 04: No fragmento:

"- Já sei! Já aprendi! E a duras penas".

O travessão colocado no início da oração destacada é usado para

(A) indicar a fala do filho.
(B) chamar a atenção do leitor para a expressão "a duras penas".
(C) destacar uma explicação do narrador.
(D) indicar a fala do pai.

QUESTÃO 05: Leia o trecho do texto:

"Quando o pai perguntou, disposto a ensinar, se ele já sabia o que dizer a duras penas, ficou maravilhado com a resposta do filho.
- Já sei! Já aprendi! E a duras penas".

De acordo com o trecho acima, podemos afirmar que o filho

(A) aprendeu o significado, perguntando para a professora.
(B) ficou esperando pela explicação do pai.
(C) aprendeu o significado da expressão, buscando seu próprio conhecimento.
(D) aprendeu devido às repetições.

QUESTÃO 06: Em "Um dia ouviu o pai reclamando porque conseguiu não-sei-o-quê a duras penas. Confusão na cabeça. Confusão geral. Até algaravia. Começou a pensar e procurar e perseguir e pesquisar".

Os termos destacados podem ser substituídos, mantendo-se o mesmo sentido, por

(A) olhar por aí; importunar.
(B) esforçar; incomodar.
(C) animar; atormentar.
(D) buscar; insistir.

QUESTÃO 07: Com base na leitura do texto "A duras penas", é possível afirmar que ele

(A) tem o objetivo de informar os vários significados das palavras e expressões populares.
(B) expõe a opinião do filho sobre as palavras e expressões usadas por sua professora.
(C) narra a história de uma criança que busca entender o vocabulário usado à sua volta.
(D) descreve como as crianças procuram uma palavra no dicionário.





GABARITO
01 C
02 B
03 B
04 A
05 C
06 D
07 C



sábado, 28 de outubro de 2023

QUESTÕES OBJETIVAS DE LEITURA E INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS - AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA PARA TURMA DO 6º ANO FUNDAMENTAL


QUESTÃO 01: Leia o texto a seguir.

Crianças no lixo

[...] Grande parte das criaças em idade escolar - cerca de 30% - nunca foi à escola. O lixo é sua sala de aula, seu parque de diversões, sua alimentação e sua fonte de renda. Ganham de R$ 1 a R$ 6 por dia, mas o trabalho que fazem é fundamental para aumentar a renda de suas famílias. Vivem em condições de pobreza absoluta. Realizam um trabalho cruel. São crianças no lixo. Uma situação dramática e comum no Brasil. [...]

ABREU, Maria de Fátima. Do lixo à cidadania: estratégias para a ação. Brasília. Unicef, 2001. (adaptado)

Nesse texto, há uma opinião no trecho

(A) "... cerca de 30% - nunca foi à escola."
(B) "Ganham de R$ 1 a R$ 6 por dia, ..."
(C) "São crianças no lixo."
(D) "Uma situação dramática e comum no Brasil."

QUESTÃO 02: Leia o texto a seguir.

Mocidade e morte

Quando eu cerrar os olhos moribundos
Tu verterás por mim pranto saudoso;
Mas quem me diz que não virá o riso
Banhar teu rosto triste e lacrimoso?

HERCULANO, Alexandre. Mocidade e morte.

Nesse texto, a expressão "...cerrar os olhos..." significa

(A) dormir.
(B) estar triste.
(C) morrer.
(D) sentir saudade.

QUESTÃO 03: Leia o texto a seguir.

Tem gente olhando

Amanda era uma linda menina. Fazia pose na hora da foto, vivia sorrindo para todo mundo.
- Que bonitinha! - dizia a mãe que a estava olhando.
Amanda era também muito jeitosa. Combinava as cores da roupa com a fita do cabelo, ajeitava os brincos.
- Que caprichosa! - dizia a tia que a estava olhando.
Amanda era bondosa como ninguém!
Dava presente para todo mundo: no aniversário, no Natal e nos outros dias também.
- Que generosa! - dizia a professora que a estava olhando.
Amanda era atenciosa que só vendo! Tinha um lugar para cada coisa e guardava cada coisa no seu lugar.
- Que cuidadosa! - dizia o pai que a estava olhando.

MIRANDA, Simão. Tem gente olhando. Campinas, SP: Papirus, 2005 (fragmento)

De acordo com esse texto, Amanda era uma menina cuidadosa porque

(A) ajeitava sempre o cabelo.
(B) guardava cada coisa no lugar.
(C) presenteava todo mundo.
(D) vivia sorrindo para todos.

QUESTÃO 04: Leia o texto a seguir.

Quem ama vacina

O que você, mamãe, que acaba de trazer ao mundo um ser tão especial, seu filho, precisa saber sobre vacinas.

Tomar vacina dói?
Sim. Dói, mas é uma dor muito pequena se comparada ao trauma de uma internação por doenças que podem ser evitadas com a vacina.

Trabalho e não tenho tempo de levar meu filho para vacinar
O ideal é que você, mamãe, esteja com seu bebê, principalmente no momento da 1ª vacina. Ele sentirá mais seguro no seu colo, e as informações passadas a você, sobre as vacinas pelos profissionais de saúde, são muito importante, mas, se ficar difícil para você compartilhar com seu filho este momento, peça a um parente, vizinho, ou a uma pessoa de sua confiança para levá-lo ao Centro de Saúde mais perto de sua casa. O importante é que no dia marcado sua criança receba as vacinas de acordo com o calendário vacinal. Se no dia marcado for Sábado, Domingo ou feriado, leve-o um dia antes ou um dia depois.

ROCHA, Terezinha Vieira da. Disponível em: http://www.pbh..gov.br/smsa/biblioteca /saudedigital/dezembro/folder.html.

Esse texto foi escrito para

(A) filhos.
(B) mães.
(C) médicos.
(D) pais.

QUESTÃO 05: Leia o texto a seguir.

Agora só falta elas voarem

As magrelas não são mais as mesmas. Elas continuam tendo duas rodas, pedais, guidão, selim e quadro, mas evoluíram tanto que hoje estão a anos-luz das bicicletas que animaram a infância de qualquer jovem de 20 anos. A propósito, faz exatamente 20 anos que o americano Gary Fisher promoveu uma mudança radical nesse mundo das duas rodas. Nas pacíficas montanhas de Marin County, na Califórnia, Estados Unidos, ele construiu a primeira mountain bike, um modelo robusto de bicicleta, preparado para enfrentar todo tipo de terreno. De lá para cá, elas incorporaram tantas evoluções, que passaram a impulsionar os avanços dentro das fábricas de bicicletas em todo o mundo.

Globo Ciência. São Paulo, n. 31, out. 1994.

Nesse texto, a expressão "faz exatamente 20 anos" dá uma ideia de

(A) causa.
(B) lugar.
(C) modo.
(D) tempo.

QUESTÃO 06: Leia o texto a seguir.

"Crucificado" pela gripe, porco é animal de estimação de famosos

Ainda não há provas que o incriminem definitivamente pelo atual surto de gripe que atingiu 11 países. Mesmo assim, o porco já vem sendo julgado culpado por autoridades mundo afora, que determinam até a morte de criações inteiras.
Na última segunda-feira (27), a OIE (Organização Mundial para a Saúde Animal) reiterou que ainda não foi comprovada a relação entre o vírus e os animais e pediu que a gripe suína seja denominada gripe da América do Norte.
Mas, para algumas pessoas, pouco importa se a culpa é ou não do porco. Para elas, o animal não é um inimigo, e sim um companheiro para todas as horas.

Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br. Acesso em: 5 set. 2009. (adaptado)

"Para elas, o animal não é um inimigo, e sim um companheiro para todas as horas". Nessa frase, a palavra elas refere-se

(A) a algumas pessoas.
(B) a criações inteiras.
(C) às autoridades.
(D) às horas.

QUESTÃO 07: Leia o texto a seguir.

Você sabia que cheirinho de terra molhada é obra de bactérias?

Substância produzida por um tipo de micro-organismo, em contato com a água, gera esse aroma.

O dia está quente e, de repente, cai aquela chuva para refrescar. Bastam as primeiras gotas tocarem o solo para sentirmos aquele agradável cheirinho de terra molhada. Um cientista diria: "Huumm, como é bom esse cheirinho de... Bactérias!" É isso aí! O aroma que sentimos vem desses seres microscópios, que podem ser muito úteis para humanos e até para os... Camelos!
Em geral, associamos bactérias a doenças, mas alguns desses seres são inofensivos, pode crer. Esse é o caso da Streptomyces coelicolor, bactéria que vive no solo e fabrica uma substância, [...] que nos faz perceber o cheirinho de terra molhada.
Além de ser excelente produtora de antibióticos - medicamentos indicados para combater algumas doenças de origem bacteriana -, essa bactéria é, digamos, uma aliada dos camelos. O odor característico que elas produzem em razão da umidade ajuda os camelos a encontrarem água no deserto. Claro que para sentir o cheirinho produzido pelas bactérias em ambiente tão seco os camelos precisam contar com um superolfaato. E contam mesmo! Graças a esse sentido aguçado, são capazes de encontrar água a mais de oitenta quilômetros de distância. Isso é que é faro! [...]

SILVA, Andreza Moura Pinheiro. Disponível em: http://cienciahoje.uol.com.br. Acesso em: 14 jul. 2009. (adaptado)

O assunto desse texto é

(A) antibióticos.
(B) aromas.
(C) bactérias.
(D) camelos.

QUESTÃO 08: Leia o texto a seguir.

Caros amigos da Vila Esperança

Dou um prêmio para quem adivinhar onde estou! Não vale olhar o endereço do remetente! Acreditem ou não, estou em Coari, no Amazonas, terra do meu amigo Marcílio, o quitandeiro, [...]
O irmão do Marcílio quase caiu para trás quando me viu. Ele nunca poderia imaginar que eu era o carteiro que entregava todas as suas cartas ao irmão.
Depois de Coari, vou para Souza, na Paraíba, conhecer o tio do Zuca e as pegadas dos dinossauros; de lá, vou pra Blumenau, terra do Hanz... [...]
Um grande abraço do viajante de sempre.

MOREIRA, J.R.; RODRIGUES, J. Brasília. O carregador de notícias. Ministério das cidades. Denatran, 2008 (adaptado)

Em que lugar o autor estava, quando escreveu a carta?

(A) No Amazonas.
(B) Na Paraíba.
(C) Em Blumenau.
(D) Em Souza.

QUESTÃO 09: Leia o texto a seguir.

A vovó

Era uma vez uma vovó tão velhinha que já tinha se esquecido do seu tempo de dona de casa e mãe de família. Deixou pra lá a vida passada, só se lembrava dos tempos de criança, quando vestia as bonecas, brincava de roda cantando com outras crianças, comia bombom escondia e fazia travessuras.
Quando as pessoas chegavam perto da vovó e queriam conversar assunto de gente grande, ela se aborrecia e não dava palavra. Mas era só aparecer uma criança que vovó dava risada, combinava brincadeiras, era aquela animação.
Um dia, a filha da vovó (que já era meio velha também) disse aborrecida para a vizinha:
- Acho que minha mãe está na segunda infância!
A vovó ouviu e bateu palmas:
- Ora, afinal você entendeu. Eu cansei de ser velha e voltei mesmo a ser criança. Queria voltar a ser feliz!
E saiu com um bando de meninas, que já estavam chamando por ela.

QUEIROZ, Rachel de. Memórias de Menina. Rio de Janeiro. José Olympio, 2006.

No trecho "Quando as pessoas chegavam perto da vovó...", a palavra destacada indica

(A) espaço.
(B) lugar.
(C) modo.
(D) tempo.

QUESTÃO 10: Leia o texto a seguir.


Turma da mônica. Historinhas de uma página, n. 5, p. 57.

Nesse texto, a menina se cansou rápido porque

(A) pedala a bicicleta sozinha.
(B) as meninas se cansam mais rápido que os meninos.
(C) rejeita a ajuda dos garotos.
(D) as bicicletas grandes andam rápido demais.







GABARITO
01: D
02: C
03: B
04: B
05: D
06: A
07: C
08: A
09: D
10: A