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sexta-feira, 13 de julho de 2018

ATIVIDADES DE LEITURA E INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS 6º ANO COM GABARITO

LEITURA E INTERPRETAÇÃO DE TEXTO

QUESTÃO 01: Leia o texto a seguir.

ORIGENS

          Diferentemente dos outros minerais, os diamantes não se formam na crosta terrestre, que é de onde os obtemos. Sua gênese ocorre a grande profundidade, numa zona do interior da Terra denominada manto, com pressões e temperaturas muito elevadas, em condições magmáticas.
        Os diamantes aparecem quase sempre em uma rocha vulcânica, a kimberlita (da região sul-africana de Kimberley).
      Também se encontram diamantes em jazidas secundárias, principalmente em depósitos de cascalho e areia.

(Vários autores. Minerais e pedras preciosas. São Paulo: Globo.

O texto tem como finalidade

(A) informar sobre a origem dos diamantes.
(B) convencer o leitor de que os diamantes diferem de outros minerais.
(C) informar  que os diamantes aparecem em rochas vulcânicas.
(D) entreter o leitor com a história dos diamantes.

QUESTÃO 02: Leia o texto a seguir.

AS LÁGRIMAS DE POTIRA

          Quando os homens ainda não tinham diamantes, viveu na floresta um casal de índios: Itagibá, que significa braço forte, e Potira, flor. Viviam os dois felizes, até que um dia Itagibá teve de partir para a guerra. Potira ficou triste e acompanhou, com o olhar, a canoa do marido sumir na curva do rio. O tempo foi passando e nada de Itagibá voltar. Quando veio a notícia de que ele tinha morrido, Potira foi para a beira do rio e começou a chorar, passando o resto da vida assim, com suas lágrimas espalhando-se pela areia das praias: Tupã, o grande senhor dos céus, teve pena e fez com que as lágrimas dela se transformassem em diamantes. Por isso é que eles brilham e encantam como uma lágrima de mulher.

(Carlos Felipe de Melo M. Horta (coord.). O grande livro do folclore. Belo Horizonte: Leitura, 2000).

O texto tem como finalidade

(A) informar sobre uma tragédia ocorrida com Itagibá.
(B) contar a história de um casal de índios.
(C) informar sobre a morte de Itagibá e a tristeza de Potira.
(D) apresentar uma explicação fantástica, imaginária,sobre a origem do diamante.

QUESTÃO 03: Leia o texto a seguir.

IRAPURU, O CANTO QUE ENCANTA

          Certo jovem. não muito belo, era admirado e desejado por todas as moças de sua tribo por tocar flauta maravilhosamente bem. Deram-lhe, então, o nome de Catuboré, flauta encantada. Entre as moças, a bela Mainá conseguiu o seu amor; casar-se-iam durante a primavera.
          Certo dia, já próximo do grande dia, Catuboré foi à pesca e de lá não mais voltou.
         Saindo a tribo inteira à sua procura,encontraram-no sem vida, à sombra de uma árvore, mordido por uma cobra venenosa. Sepultaram-no no próprio local.
       É preciso abandonar alguns costumes que nos prejudicam para que nossa qualidade de vida melhore.
       Mainá, desconsolada, passava várias horas a chorar sua grande perda. A alma de Catuboré, sentindo o sofrimento de sua noiva, lamentava-se profundamente pelo seu infortúnio. Não podendo encontrar paz, pediu ajuda ao Deus Tupã. Este, então, transformou a alma do jovem no pássaro irapuru, que, mesmo com escassa beleza, possui um canto maravilhoso, semelhante ao som da flauta, para alegrar a alma de Mainá.
        O cantar do irapuru ainda hoje contagia com seu amor os outros pássaros e todos os seres da natureza.

(Walde-Mar de Andrade e Silva. Lendas e mitos dos índios brasileiros. São Paulo: FTD, 1997).

A lenda que você leu apresenta um trecho "intruso", ou seja, que não faz parte da história. Assinale corretamente esse trecho intruso.

(A) "O cantar do irapuru ainda hoje contagia com seu amor os outros pássaros e todos os seres da natureza."
(B) "A alma de Catuboré, sentindo o sofrimento de sua noiva, lamentava-se profundamente pelo seu infortúnio."
(C) " É preciso abandonar alguns costumes que nos prejudicam para que nossa qualidade de vida melhore."
(D) "Saindo a tribo inteira à sua procura,encontraram-no sem vida, à sombra de uma árvore, mordido por uma cobra venenosa."

Leia o texto a seguir para responder às questões 04 a 06.

O CÃO E A LEBRE

          Uma lebre brincava alegremente num campo, quando de súbito veio um cão pulando em sua direção. A lebre soltou um grito de terror, julgando que ele a mataria. O grande cão a acuou com seus enormes dentes. A lebre fechou os olhos, esperando o pior. Para sua surpresa, o cão não a mordeu. Em vez disso, parou de rosnar e de acuá-la. A lebre abriu os olhos e espiou o cão.
            - Venha brincar comigo - disse o cão, abanando a cauda.
            - De forma alguma - disparou a lebre. Eu nem sonharia em fazê-lo.
            - Por que não? - perguntou o cão, desapontado.
            - Porque não sei o que pensar de você - replicou a lebre. Se você é meu amigo, por que tentou me morder e, se é meu inimigo, por que deseja brincar comigo?

(Esopo. Fábulas de Esopo. Tradução de Odail U. Sobral e Maria Stela Gonçalves. São Paulo: Loyola, 1995).

QUESTÃO 04: A melhor frase para moral dessa fábula é:

(A) O seu melhor amigo também pode ser seu maior inimigo.
(B) Gostamos que as pessoas se mostrem a nós tal como de fato são.
(C) O verdadeiro prevenido é aquele que desconfia até da própria sombra.
(D) Uma vez seu inimigo, seu inimigo sempre será.

QUESTÃO 05: As fábulas são consideradas narrativas porque

(A) informam sobre acontecimentos envolvendo animais.
(B) relatam histórias reais envolvendo animais.
(C) relatam historias narradas sempre pela personagem protagonista.
(D) relatam fatos que acontecem em um determinado tempo e espaço, envolvendo personagens.

QUESTÃO 06:  A lebre ficou surpresa porque

(A) esperava que o cão a mataria, mas ele não o fez.
(B) o cão veio pulando em sua direção.
(C) o cão a acuou com seus enormes dentes.
(D) o cão ficou desapontado.

Leia o texto a seguir para responder às questões 07 e 08.

A RAPOSA E AS UVAS

          Morta de fome, uma raposa foi até um vinhedo sabendo que ia encontrar muita uva. A safra havia sido excelente. Ao ver a parreira carregada de cachos enormes, a raposa lambeu os beiços. Só que sua alegria durou pouco: por mais que tentasse,não conseguia alcançar as uvas. Por fim, cansada de tantos esforços inúteis, resolveu ir embora, dizendo:
            - Por mim, quem quiser essas uvas pode levar. Estão verdes, estão azedas, não me servem. Se alguém me desse essas uvas eu não comeria.
MORAL: Desprezar o que não se consegue conquistar é fácil.

(Esopo. Fábulas de esopo. Tradução de Heloisa Jahn. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 1994).

QUESTÃO 07: Que comportamento humano é criticado nessa fábula?

(A) O comportamento de pessoas que desprezam as coisas conquistadas facilmente.
(B) O comportamento de pessoas que, às vezes, desprezam as coisas apenas porque não as possuem.
(C) O comportamento de pessoas que não se esforçam para obterem riquezas.
(D) O comportamento de pessoas ingratas e insatisfeitas com o que tem para comer diariamente.

QUESTÃO 08: De acordo com o texto, assinale (V) para as alternativas corretas e (F) para as incorretas.

(   ) A raposa estava morta de fome, mas acabou não comendo nada.
(   ) A raposa desistiu de colher as uvas.
(   ) Ao experimentar as uvas, a raposa as achou verdes e azedas.
(   ) A parreira estava carregada com enormes cachos.

O texto a seguir faz parte do livro "A bola e o goleiro", do escritor baiano Jorge Amado. Leia-o para responder às questões 09 e 10.

        [...]
        O destino das bolas de futebol é fazer gols e a bola Fura-Redes, como o nome indica, era a maior especialista do país na quantidade e na qualidade dos tentos assinalados. Gols olímpicos, de efeito, de folha-seca, de letra, de bicicleta, de placa, incomparáveis.
        Por isso mesmo tornou-se conhecida e aclamada como Esfera Mágica, Goleadora Genial, Pelota Invencível e Redonda Infernal, pelos locutores enlouquecidos ao microfone, quando a viam atravessar o campo, de passe empasse, de finta em finta, para marcar mais um tento sensacional. A bola Fura-Redes era o pavor dos goleiros, a paixão dos pontas de lança e dos comandantes de ataque, a bem-amada da torcida. nascera para cruzar o arco, bater-se alegre contra as redes, provocar o grito de guerra e de vitória da galera.
      Lustrosa, leve e atrevida, a mais redonda das pelotas, apesar de muito jovem, logo se tornou popularíssima devido ao número de tentos já marcados, cerca de seiscentos; muitos em cada partida. Vários para a equipe A e vários para a equipe Z, pois Fura-redes mantinha-se absolutamente imparcial quando se exibia no gramado.
        Marcava gols para as duas equipes, não protegia qualquer delas, era correta e justa. Assinalaria maior número de tentos o time que mais procurasse o ataque, buscando encurralar o adversário. Com ela, os artilheiros não erravam os chutes, não desperdiçavam bolas nas traves. Mas, sendo igualmente bondosa,dotada de um coração de ouro, Fura-Redes tampouco deixava a outra esquadra em jejum: pelo menos um golzinho de consolação ela lhe concedia antes que o juiz trilasse o apito, dando o desafio por terminado.

(Jorge Amado. A bola e o goleiro. Rio de Janeiro: Record, 1984.)

QUESTÃO 09: No trecho "Nascera para cruzar o arco, bater-se alegre contra as redes, provocar o grito de guerra e de vitória da galera", a que arco se refere?

QUESTÃO 10: Entre as características da bola, há algumas que são próprias de seres humanos. Identifique-as.



GABARITO:
1:A; 2:D; 3:C; 4:B; 5:D; 6:A; 7:B; 8:V,V,F,V; 
9. Às duas hastes verticais (traves) mais a haste horizontal (travessão) que compõem o gol.
10. Atrevida, jovem, imparcial, correta, justa, bondosa e coração de ouro.
    





   





quinta-feira, 12 de julho de 2018

ATIVIDADES DE LITERATURA - ROMANTISMO COM GABARITO

ATIVIDADES SOBRE LITERATURA - ROMANTISMO

QUESTÃO 01: Leia, a seguir,  os versos de Laurindo Rabelo:

"Vate não sou, mortais; bem o conheço;
Meus versos, pela dor só inspirados, -
Nem são versos - menti - são ais sentidos,
Às vezes, sem querer, d'alma exalados."

Os versos acima podem ser considerados tipicamente românticos porque

(A) o poeta recusa sistematicamente as rimas e a métrica regular, defendendo implicitamente a liberdade formal apregoada pelo movimento romântico.
(B) no primeiro verso, o poeta se nega a reconhecer-se como artista (vate, cantor), em uma manifestação de revolta própria do romantismo.
(C) ao afirmar que seus versos são inspirados apenas pela dor, o poeta relega a um segundo plano o sentimento amoroso, desprezado pelos românticos.
(D) neles, o poeta considera a poesia como voz da alma, o que corresponde intimamente ao ideário romântico.
(E) a mentira orgulhosamente proclamada pelo poeta indica a tendência à farsa e à fantasia que era frequente na escola romântica.

QUESTÃO 02: (PUCCAMP) Leia, a seguir, os versos de Álvares de Azevedo:

"Que sol! que céu azul! que doce n'alva
Acorda a natureza mais louça!
Não me batera tanto amor no peito
            Se eu morresse amanhã!

Mas essa dor da vida que devora
A ânsia de glória, o dolorido afã...
A dor no peito emudecera ao menos
            Se eu morresse amanhã!"

Os versos acima ilustram

(A) atitude típica da segunda geração romântica, que entende a morte como solução para os males da existência.
(B) tendência de autores românticos da primeira geração para valorizar a natureza da pátria, em detrimento de paisagens estrangeiras.
(C) o tom retórico e declamatório característico de poeta engajado em problemas sociais, por se considerar arauto das aparições populares.
(D) a sensibilidade do ultrarromantismo, voltada para o lamento da saudade da Pátria.
(E) o humor meio negro característico de poeta byroniano, decorrente de sua indecisão entre o satanismo e o angelismo.

QUESTÃO 03: O indianismo de nossos poetas românticos é:

(A) forma de apresentar o índio em toda a sua realidade objetiva. O índio como elemento da futura raça brasileira.
(B) meio de reconstruir o grave perigo que o índio representava durante a instalação da capitania de São Vicente.
(C) modelo francês seguido no Brasil por uma necessidade de exotismo que em nada difere do modelo europeu.
(D) meio de eternizar liricamente a aceitação, pelo índio, da nova civilização que se instalava.
(E) forma de apresentar o índio como motivo estético. Idealização com simpatia, piedade e exaltação da bravura, do heroísmo e de todas as qualidades morais superiores.

QUESTÃO 04: (FIUBE-MG) Na poesia lírico-amorosa de Castro Alves, observa-se:

(A) uma posição platônica em relação ao amor, sobre o qual versifica em linguagem racional e contida.
(B) a idealização da mulher, cantada constantemente como objeto inacessível ao poeta.
(C) a preocupação de ocultar, por meio do excesso de figuras de linguagem, os mais recônditos desejos do poeta.
(D) uma renovação em relação à de seus antecessores, pela expressão ousada dos impulsos eróticos.
(E) a mesma timidez revelada nos devaneios líricos dos poetas da geração byroniana.

QUESTÃO 05: (PUCCAMP) A respeito de José de Alencar, é INCORRETO afirmar que

(A) a presença da natureza atende a dois objetivos: a valorização da cor local, característica nacionalista, e a busca de um passado heroico e grandioso.
(B) a descrição se caracteriza como uma forma de levantamento da paisagem social e natural.
(C) referindo-se ao colonizador, Alencar o redime, apresentando-o como um fidalgo, nos moldes da tradição medieval.
(D) a concepção do amor romântico se organiza em torno da adoração e de obstáculos a serem vencidos.
(E) uma de suas grandes preocupações é a criação de uma linguagem nacional.

QUESTÃO 06: (UEL-PR) Leia o trecho a seguir:

"O gavião paira nos ares. Quando a nambu levanta, ele cai das nuvens e rasga as entranhas da vítima. O guerreiro tabajara, filho da serra, como o gavião."

O modo como é tratada a figura humana, no trecho acima, permite afirmar que, em José de Alencar,

(A) o herói surge misturado à natureza.
(B) o fato é heroico quando o homem se sobrepõe à natureza.
(C) a natureza massacra o herói, que não consegue sobrepujá-la.
(D) a agressividade da natureza limita a ação do herói.
(E) a natureza é mero cenário onde ocorrem os fatos heroicos.

QUESTÃO 07: (ANCHIETA) O teatro romântico foi desenvolvido, no Brasil, por Martins Pena. A respeito deste teatro é correto afirmar que

(A) usou uma linguagem sempre muito culta e abandonou, em seus diálogos, a linguagem coloquial brasileira.
(B) foi denominado "comédia de costumes", mas retrata apenas a alta sociedade carioca.
(C) volta-se para cenas populares e reproduz com brilhantismo o cotidiano do povo brasileiro.
(D) apesar do grande número de comédias, são os dramas e tragédias que se destacam como obras-primas.
(E) não caracterizou devidamente os tipos roceiros e provincianos e desprezou os costumes populares.

QUESTÃO 08: (FATEC-SP) Em Iracema, de José de Alencar, observa-se que o autor

(A) procurou ser fiel à tradição histórica, e suas personagens foram participantes de episódios reais da colonização brasileira.
(B) procurou basear-se na história da colonização para recompor, em termos poéticos, a história do Ceará.
(C) procurou explorar o lado pitoresco e sentimental da vida dos índios, na época em que os portugueses ainda não haviam chegado.
(D) procurou enfatizar o problema da destruição da cultura indígena pelo domínio português.
(E) procurou negar a existência de conflitos culturais entre colonizadores e nativos.

QUESTÃO 09: (ENEM) O trecho a seguir é parte do poema "Mocidade e morte", do poeta romântico Castro Alves.

Oh! eu quero viver, beber perfumes
Na flor silvestre, que embalsama os ares;
Ver minh'alma adejar pelo infinito,
Qual branca vela n'amplidão dos mares
No seio da mulher há tanto aroma...
Nos seus beijos de fogo há tanta vida...
- Árabe errante, vou dormir à tarde
À sombra fresca da palmeira erguida.
Mas uma voz responde-me sombria:
Terás o sono sob a lájea fria.

Esse poema, como o próprio título sugere, aborda o inconformismo do poeta com a antevisão da morte prematura, ainda na juventude. A imagem da morte aparece na palavra

(A) embalsama.
(B) infinito.
(C) amplidão.
(D) dormir.
(E) sono.

QUESTÃO 10: (PUCCAMP) Dentre as obras de José de Alencar, destacam-se Iracema e Senhora, respectivamente:

(A) romance de caráter poético-lendário e romance urbano centrado no conflito entre o amor e a ambição material.
(B) romance regionalista de caráter histórico e novela de costumes sobre o tema da prostituição.
(C) romance inspirado em novela de cavalaria e poemeto de tese abolicionista.
(D) epopeia indianista de estrutura clássica e romance tipico do regionalismo romântico.
(E) narrativa dramática sobre a colonização do Brasil e poema em prosa sobre a igualdade das raças.


GABARITO:

01:D; 02:A; 03:E; 04:D; 05:B; 06:A; 07:C; 08:B; 09:E; 10:A.


quarta-feira, 11 de julho de 2018

LEITURA E INTERPRETAÇÃO DE TEXTO EM INGLÊS PARA ENSINO MÉDIO

LEITURA E INTERPRETAÇÃO DE TEXTO

(VUNESP-SP) Leia o texto a seguir para responder às questões 01 a 04.

SMOKING

Smoking is permissible in most places unless there is a "No Smoking" sign, or unless you are in a school, auditorium, etc. Before you light a cigarette, always make sure to look for any signs regarding smoking. If you are in a house or in a public building, and cannot find and use an ashtray, do not smoke. Never put out a cigarette on the floor.

A man should always light a cigarette for a woman before he lights his own. Smoking is correct during meals if all the others are doing it and if there are ashtrays on the table. Never substitute a plate for an ashtray.

Although it is usually permissible to smoke, as a courtesy to your hostess, always ask permission before lighting your cigarette. If you smoke, always carry you own cigarettes, and accept others only if they are offered to you.

QUESTÃO 01: De acordo com o texto, assinale a alternativa correta.

(A) É permitido fumar em todos os lugares, inclusive em igreja e auditórios públicos.
(B) Só não é permitido fumar em escolas e igrejas.
(C) Permite-se fumar na maioria dos lugares.
(D) Em quase todos os lugares encontramos o aviso "É proibido fumar".
(E) Na maioria dos auditórios não se encontra o aviso "É proibido fumar".

QUESTÃO 02: De acordo com o texto, assinale a alternativa correta.

(A) Se você tem vício de fumar, pode fumar em todos os prédios em que entrar.
(B) Quando estiver no interior de um prédio, caso não encontre um cinzeiro, não fume.
(C) Quando estiver no interior de um edifício, procure um cinzeiro, mas não fume.
(D) Depois de entrar num prédio, se encontrar um cinzeiro, não saia sem fumar.
(E) Procure um cinzeiro para fumar antes de entrar no prédio.

QUESTÃO 03: De acordo com o texto, assinale a alternativa correta.

(A) É correto fumar às refeições quando as outras pessoas também estiverem fumando.
(B) Não é correto fumar às refeições quando os outros estiverem com cigarro no cinzeiro.
(C) Quando houver cinzeiros na mesa, fica-se obrigado a fumar durante as refeições.
(D) Se não houver cinzeiro na mesa, os outros não devem fumar.
(E) Se não houver cinzeiro na mesa, use um dos pratos vazios.

QUESTÃO 04: De acordo com o texto, assinale a alternativa correta.

(A) Você deve sempre levar cigarros para agradar sua anfitriã.
(B) É melhor ganhar cigarro dos outros do que usar os seus.
(C) Para ser cortês, você deve oferecer cigarro à anfitriã.
(D) A verdadeira anfitriã não permite que o seu convidado fume.
(E) O hóspede deve pedir licença à anfitriã para fumar.

(VUNESP-SP) Leia o texto a seguir para responder às questões 05 a 08.

THE FIRST CENTENNIAL OF THE CINEMA

The first audience watched a motion picture on a screen in 1895, only a century ago. In these one-hundred years the movies have developed from a simple recording device to a complex art and business. The first movie audiences were delighted to see that it was possible to record a moving scene on film; today we debate the desirability rather than the possibility of capturing an image. The important question for the first audiences was, "Is the image discernible?" rather than, "Is the image meaningful?"

From the simple benning of turning a camera on to record a scene, the filmmaker has learned that his art depends of the way his camera shapes the scene he is recording. Analogous to the novel, the finished movie is not just a story, but a story told in a certain way, and it is impossible to separate what is told from how it is told. Just as novelists discovered that narrative technique can either be subtly invisible or intrusively self-conscious so too the filmmaker can construct a lucid, apparently artless story or a complex, almost chaotic labyrinth for traveling to the story. The wonder is that while the evolution of narrative fiction can be traced back to Homer, the movies have evolved such complex techniques in only one century.

(Adaptado de Gerald Mast, A Short History of de Movies. New York: Pegasus, 1971, p. 9).

QUESTÃO 05: De acordo com o texto, indique a alternativa correta.

(A) Há um século, o cinema já descobria que sua complexidade poderia impedir a gravação de imagens.
(B) No último século, quanto mais se preocupava com a gravação de imagens, mais o cinema ia se tornando complexo.
(C) Nos últimos cem anos, o cinema foi deixando de se preocupar com a gravação de imagens, para se tornar uma atividade complexa.
(D) A complexidade do cinema prejudicou todo o esforço no sentido de aperfeiçoar a gravação de imagens.
(E) Cem anos não foram suficiente para que a gravação de imagens se tornasse uma atividade complexa.

QUESTÃO 06: Assinale a alternativa correta, conforme o texto.

(A) Hoje em dia, a captação de imagens gera muita discussão, por ser considerada indesejável.
(B) Hoje em dia, a possibilidade da captação de imagens impede a discussão sobre sua inconveniência.
(C) Hoje em dia, discute-se mais a conveniência do que a possibilidade da captação de imagens.
(D) A discussão sobre a possibilidade da captação de imagens torna-se indesejável quando elas são consideradas inconvenientes.
(E) A captação de imagens torna-se hoje impossível, por não coincidir com o desejo das pessoas.

QUESTÃO 07: Segundo o texto, é correto afirmar que

(A) assim como acontece com o romance, no filme também é impossível separar a história da maneira como é contada.
(B) nos filmes, as histórias são contadas de acordo com o que aparece nos romances.
(C) as histórias dos romances filmados não se separam do que acontece em quase todos os romances escritos.
(D) nos filmes, os romances quase sempre se confundem com o que acontece na história.
(E) a maneira como uma história é contada em um filme difere do romance quando este separa as duas artes.

QUESTÃO 08: De acordo com o texto, indique a alternativa correta.

(A) O cinema desenvolveu técnicas mais complexas do que a narrativa de ficção, por causa da rapidez com que evoluiu.
(B) A evolução do cinema foi mais rápida do que a da narrativa de ficção, em virtude da duradoura influência de Homero em toda a literatura.
(C) É de se admirar que a influência de Homero no cinema tenha ocorrido depois de milhares de anos.
(D) É de se admirar que, enquanto a evolução da narrativa de ficção remonta a Homero, o cinema desenvolveu técnicas tão complexas em apenas cem anos.
(E) Tem causado muita admiração o fato de que a complexidade da obra de Homero não tenha influenciado o cinema nestes cem anos.

(VUNESP-SP) Leia o texto a seguir para responder às questões 09 a 10.

THERAPY

Unless a child is clearly psychotic, the idea of therapy troubles and perplexes most parents. Since many laymen haven't caught up with research on the complex origins of mental disorders, the assumption of parental guilt, however wrongheaded, is bound to creep in, subtly or overtly encouraged by popular literature and by some school officials and mental health professionals.

QUESTÃO 09: Baseado no texto acima, assinale a alternativa correta.

(A) A criança claramente psicótica tem problemas com terapia para doenças mentais.
(B) Muitos leigos não acreditam nas pesquisas sobre as origens das doenças mentais.
(C) Muitos pais se apegam às pesquisas sobre as origens das doenças mentais.
(D) A maioria dos pais se perturba com a ideia de terapia para seus filhos que não são claramente psicóticos.
(E) Se a criança não for claramente psicótica, a terapia pode perturbá-la mais que aos pais.

QUESTÃO 10: Baseado no texto acima, assinale a alternativa correta.

(A) A aceitação da hipótese da culpa paterna advém da ignorância em relação à origem das doenças mentais.
(B) A hipótese da culpa paterna leva os leigos a não aceitarem as pesquisas sobre doenças mentais.
(C) A pesquisa sobre as doenças mentais é encorajada pela literatura popular e pelos profissionais da saúde mental.
(D) Assumindo a culpa, os pais confirmam o resultado sobre a origem das doenças mentais.
(E) Os pais de personalidades mal formada são sutilmente acusados de terem filhos psicóticos.
  
GABARITO:
01: C; 02: B; 03: A; 04: E; 05: C; 06: C; 07: A; 08: D; 09: D; 10: A.

segunda-feira, 9 de abril de 2018

FRASE – ORAÇÃO – PERÍODO – COORDENAÇÃO E SUBORDINAÇÃO

SD (SEQUÊNCIA DIDÁTICA) FRASE – ORAÇÃO – PERÍODO - COORDENAÇÃO E SUBORDINAÇÃO

1. Para produzir sentido, dentro de uma determinada situação comunicativa, as palavras se organizam de diferentes maneiras. Leia o trecho a seguir.

Bebeu leite morno, aproximou-se da vaca e passou-lhe a mão pelo lombo, dizendo:
- Mimosa velha... Mimosa valente...

VERÍSSIMO, Érico. O continente. São Paulo: Cia das Letras, 2004.

a) Aprendemos que frase é uma unidade comunicativa com sentido completo. Com base nessa informação, responda: quantas frases há na segunda linha do trecho lido?
b) As frases que não possuem verbo, a gramática deu o nome de frases nominais. Quais são as frases nominais que aparecem no trecho lido?
c) Uma frase verbal se organiza em torno de um ou mais verbos. Que verbos foram usados na frase verbal do trecho lido?
d) Além do conceito de frase, você já estudou em anos anteriores o conceito de oração – a unidade comunicativa ou parte de uma unidade comunicativa que se organiza em torno de um verbo. Sendo assim, quantas orações compõem a frase verbal do trecho lido?

2. Leia mais um trecho a seguir.

Ana sentia-se animada, com vontade de viver. Sabia que, por piores que fossem as coisas que estavam por vir, não podiam ser tão horríveis como as que já tinha sofrido. Esse pensamento dava-lhe uma grande coragem.

VERÍSSIMO, Érico. O continente. São Paulo: Cia das Letras, 2004.

a) Quantas frases há nesse trecho?
b) Quais frases são compostas de apenas um verbo?
c) Quantas orações compõem a primeira frase do texto?

Importante saber:
Nem toda frase é uma oração, pois é necessário que o enunciado seja construído em torno de um verbo ou locução verbal para que seja considerado uma oração.
Exemplo: “- Mas e o outro?” (frase sem nenhum verbo, nenhuma oração)

A frase formada por uma ou mais orações, ou seja, o enunciado com sentido completo formado por um ou mais verbos ou locuções verbais chama-se período.
Observe: “Pela madrugada Ana acordou e ouviu o choro da cunhada.”
O período é formado em torno de dois verbos, ou seja, tem duas orações.

3. Em relação aos períodos a seguir, localize os verbos e as locuções verbais; em seguida, responda: por quantas orações é formado cada um deles?

a) “No momento em que cravara a última cruz, Ana teve uma dúvida que a deixou apreensiva.”
b) “Ela estava tão cansada, tão tonta e confusa que nem tivera a ideia de verificar se o pobre do negro estava morto ou não”.
c) “Tinham empurrado o corpo para dentro da cova e atirado terra em cima.”
d) “Ana olhava, sombria, para as sepulturas.”

4. Leia o trecho a seguir.

Neruda soltou o trinco do portão e acariciou o queixo.

a) Quantas e quais orações há nesse período?
b) Que elemento estabelece uma ligação entre as duas orações do período?

5. Agora, observe outro período e identifique que elemento estabelece uma relação entre as duas orações.

- Eu me senti estranho, porque com tanto movimento fiquei enjoado.

6. Sublinhe os verbos dos períodos a seguir e informe por quantas orações cada um deles é formado.

- Claro!
- Sabe o que você fez, Mário?
- O quê?
- Uma metáfora.
- Mas não vale porque saiu só por puro acaso.
- Não há imagem que não seja casual, filho.

Importante saber:
Damos o nome de conjunção à palavra ou expressão que relaciona duas orações em um período.
Exemplo: “Mário retorceu o pescoço e procurou os olhos do poeta.”
Uma conjunção também pode ligar dois termos que tenham a mesma função sintática na oração.
Exemplo: “É indigno que você fique me submetendo a todo tipo de comparações e metáforas.”

7. Informe se a conjunção liga orações ou liga termos que exercem a mesma função sintática dentro da oração.

a) Você precisa escolher: é tudo ou nada.
b) Você precisa escolher: é pegar ou largar.
c) Vida e morte são dois lados da mesma moeda.
d) Viver e morrer são dois lados da mesma moeda.

8. Sublinhe as conjunções que estão ligando orações.

a) “- Mas não vale porque saiu por acaso.”
b) “- [...] Estranho é como eu me sentia quando o senhor recitava o poema.”
c) “- Querido Mário, vamos ver se você desenreda um pouco, porque eu não posso passar toda a manhã desfrutando o papo.”

Importante saber:
Damos o nome de período simples ao período formado por uma única oração, ou seja, por um único verbo ou locução verbal.
Exemplo: “- Você ficou enjoado [...]”
O período formado por duas ou mais orações, ou seja, por dois ou mais verbos ou locuções verbais, damos o nome de período composto.
Exemplo: “Estranho é/ como eu me sentia / quando o senhor recitava o poema.”

9. Leia o trecho a seguir e escreva o que se pede.

- Rapaz! Todos são poetas no Chile. É mais original que você continue sendo carteiro. Pelo menos caminha bastante e não engorda. Todos os poetas aqui no Chile são gorduchos.

a) A única frase que não pode ser considerada um período.
b) Dois períodos simples.
c) Dois períodos compostos.
d) Uma conjunção.

10. Leia o trecho a seguir.

A televisão daquela época era mágica. Embora transmitisse em branco e preto programas feitos sem profissionalismo, com imagens tecnicamente ruins, ela possuía um fascínio único.

MARCONDES FILHO, Ciro. Televisão: a vida pelo vídeo. São Paulo: Moderna, 1988.

a) Quantos verbos existem nesse trecho? Quantas orações existem em cada uma das frases?
b) Os períodos são simples ou compostos? Por quê?

11. Leia o trecho a seguir.

[...] as pessoas sentavam juntas, conversavam e trocavam ideias na hora das refeições.

a) Quantas orações há no período lido?
b) Qual é o sujeito de cada uma das orações?

12. Leia os dois períodos a seguir e informe em qual deles as orações podem ser separadas e formar novo período sem prejudicar a ideia expressa.

·         É óbvio que o aparelho de televisão não é por si só fascinante.
·         Conversavam sobre muitos assuntos, mas o motivo de tão frequente visita era a televisão.

Importante saber:
Quando as orações são colocadas em ordem, (ordenadas) sem depender sintaticamente umas das outras, são chamadas de orações coordenadas.
Uma oração coordenada expressa uma ideia completa em si mesma e um período composto por coordenação pode facilmente ser fragmentado, de modo que suas orações se transformem em períodos simples.
Exemplo: As pessoas vinham, cumprimentavam-se, sentavam-se e assistiam ao programa.
Esse período poderia ser fragmentado da seguinte forma:
As pessoas vinham. Cumprimentavam-se. Sentavam-se. E assistiam ao programa.

As orações coordenadas podem ser ligadas por vírgulas ou conjunções e se dividem em sindéticas (com conjunção) e assindética (sem conjunção).
Oração coordenada assindética. Exemplo:
Uns chegavam em cima da hora, outros já estavam lá esperando desde cedo.
Orações coordenadas sindéticas. Exemplos:
Aditiva: Eu lia Machado de Assis e ela Eça de Queirós.
Adversativa: Maria é uma grande cozinheira, mas desta vez errou na mão.
Alternativa: A TV voltaria logo, ou todo mundo ia pirar de vez.
Explicativa: A confusão era geral, pois ninguém mais sabe viver sem TV.
Conclusiva: Penso, logo existo.


13. Para ampliar seus conhecimentos, faça uma pesquisa a respeito das orações coordenadas assindéticas e sindéticas. (Copie sua pesquisa no caderno).

14. Todos os períodos a seguir são compostos por coordenação. Leia-os e destaque a conjunção que estabelece a relação entre as orações. A seguir, indique se a ideia introduzida pela conjunção acrescenta uma informação (aditiva), contraria a anterior (adversativa), indica uma alternância (alternativa), explica algo (explicativa) ou leva a alguma conclusão (conclusiva).

a) O filme é um manual irônico e uma deliciosa amostra desse gênero cinematográfico.
b) A brincadeira é feita com muita intencionalidade e pouca sutileza, portanto parece um projeto de estudante.
c) A trama ficou recheada de lugares-comus, mas o resultado final é surpreendente.
d) O filme ou critica ou ri dos muitos clichês.
e) O resultado é muito divertido, pois os atores são fantásticos.


PERÍODOS COMPOSTOS POR SUBORDINAÇÃO


15. Leia o cartum a seguir, de Caco Galhardo.



















O cartum mostra uma cena cotidiana na vida do casal Júlio e Gina. Observe a notícia na TV e o comentário da mulher.

a) Quem foi o homem de Neandertal?
b) O que a mulher quer dizer com o comentário “Grande novidade”?
c) Que elemento da cena mostrada no cartum dão apoio ao comentário que a mulher faz?

16. Observe a estrutura do enunciado correspondente à notícia dada na televisão:

“Estudo revela que humanos acasalaram com neandertais...”

a) Identifique os verbos desse período e responda: Quantas orações há nele?
b) Trata-se de um período simples ou de um período composto?

17. Se substituirmos a segunda oração do enunciado pela palavra algo, teremos: “Estudo revela algo”.

a) Qual é, nesse enunciado, a predicação da forma verbal revela?
b) Qual é, nesse enunciado, a função sintática do termo algo?
c) Portanto, no período “Estudo revela que humanos acasalaram com neandertais”, qual é a função sintática da oração “que humanos acasalaram com neandertais”?




CONCEITUANDO

No cartum, o enunciado correspondente à notícia dada na televisão é um período composto por subordinação e formado por duas orações.

Compare-o com um período simples equivalente:

Estudo revela algo.
Revela: VTD
Algo: OD
Estudo revela | que humanos acasalaram com neandertais.
Revela: VTD
que humanos acasalaram com neandertais: OD
Estudo revela: Oração principal
que humanos acasalaram com neandertais: Oração subordinada substantiva objetiva direta

Nessa comparação, você deve ter notado que:

- Nos dois períodos, a forma verbal revela é transitiva e, portanto, necessita de um complemento, isto é, de um objeto direto;
- No período simples, o objeto direto de revela é o termo algo;
- No período composto, o objeto direto de revela é uma oração inteira – que os humanos acasalaram com neandertais -, que equivale a um substantivo e, por isso, é classificada como oração substantiva objetiva direta.

Assim, concluímos: Oração subordinada substantiva é aquela que tem valor de substantivo e exerce, em relação à oração principal, a função de sujeito, objeto direto, objeto indireto, predicativo, complemento nominal ou aposto.

Atenção
As orações subordinadas substantivas são geralmente introduzidas pelas conjunções subordinativas integrantes que e se. Podem também, em alguns casos, ser introduzidas por um pronome indefinido, por um pronome ou advérbio interrogativo ou exclamativo.


Nem imagino
se
quem
por que
como
quando
onde


comprou outro carro.

CLASSIFICAÇÃO DAS ORAÇÕES SUBSTANTIVAS

As orações subordinadas substantivas podem desempenhar no período as mesmas funções que os substantivos podem exercer nas orações: sujeito, objeto direto, objeto indireto, predicativo, complemento nominal e aposto. Assim, de acordo com sua função, recebem as seguintes denominações: subjetiva, objetiva direta, objetiva indireta, predicativa, completiva nominal e apositiva.

O.S.S. SUBJETIVA: exerce a função de sujeito da oração de que depende ou em que se insere. Observe um exemplo neste verso do poeta Mário Quintana:

É preciso | que a saudade desenhe tuas linhas perfeitas.
É: VL
Preciso: PS
É preciso: Oração principal
que a saudade desenhe tuas linhas perfeitas: O.S.S. subjetiva

Observação: há certos verbos (sempre na 3ª pessoa do singular) e certas expressões que quase sempre têm por sujeito uma oração subordinada substantiva: acontecer, constar, cumprir, ocorrer, parecer e outros; sabe-se, ficou provado, é bom, é claro, é certo etc.


O.S.S. OBJETIVA DIRETA: exerce a função de objeto direto do verbo da oração principal. Veja um exemplo neste verso de Vinícius de Morais:

Eu sei | que vou te amar.
sei: VTD
Eu sei: Oração principal
que vou te amar: O.S.S. objetiva direta

O.S.S. OBJETIVA INDIRETA: exerce a função de objeto indireto do verbo da oração principal:

Lembrei-me | de que hoje sairemos juntas.
Lembrei: VTI
Lembrei-me: Oração principal
de que hoje sairemos juntas: O.S.S. objetiva indireta

O.S.S. PREDICATIVA: exerce a função de predicativo de um termo que é sujeito da oração principal:

O problema é | que eu não sei inglês.
O problema: Sujeito
É: VL
O problema é: Oração principal
que eu não sei inglês: O.S.S. predicativa

O.S.S. COMPLETIVA NOMINAL: exerce a função de complemento nominal de um substantivo ou adjetivo da oração principal:

Ele tem certeza | de que vai se sair bem na prova.
Ele: Sujeito
tem: VTD
certeza: OD
Ele tem certeza: Oração principal
de que vai se sair bem na prova: O.S.S. completiva nominal

O.S.S. APOSITIVA: exerce a função de aposto de um nome da oração principal:

Ele disse a verdade: | que não se interessa pelo cargo.
Ele: Sujeito
disse: VTD
a verdade: OD
que não se interessa pelo cargo: O.S.S. apositiva

Observação: A O.S.S. apositiva é frequentemente precedida por dois-pontos e, às vezes, pode vir entre vírgulas.

18. Transforme os períodos simples em períodos compostos.

a) É bom o treinamento pela manhã.
b) Não é permitida a entrada de animais neste estabelecimento.
c) Seria conveniente o seu descanso.
d) É importante o teu comparecimento à solenidade.
e) Eles têm receio de um desencontro.



19. Complete os enunciados a seguir com orações subordinadas substantivas:

a) Nunca duvidei
b) É inútil
c) Percebi logo
d) Tive a sensação
e) Não se sabe ainda
f) Ele sabe uma coisa:

20. Leia estes versos, de Ferreira Gullar:

- sei que dois e dois são quatro
Sei que a vida vale a pena
Mesmo que o pão seja caro
E a liberdade, pequena.

Observe os dois primeiros versos.

a) Quantos períodos há neles?
b) Divida os períodos em orações.
c) Nos dois períodos aparece o verbo saber. Qual é a predicação desse verbo?
d) Qual é a função sintática das orações “que dois e dois são quatro” e “que a vida vale a pena”?
e) Portanto, qual é a classificação dessas orações?

Leia, a seguir, a letra de uma canção de Vinícius de Morais e depois responda às questões 21 a 23.

Chega de saudade

Vai, minha tristeza
E diz a ela
Que sem ela não pode ser
Diz-lhe numa prece
Que ela regresse
Porque eu não posso mais sofrer
Chega de saudade
A realidade é que sem ela
Não há paz, não há beleza
É só tristeza e a melancolia
Que não sai de mim, não sai de mim
Não sai. [...]

21. O eu lírico que se expressa nos versos acima sofre por amor.
a) Quem é o seu interlocutor?
b) Qual é a causa de seu sofrimento?

22. Classifique sintaticamente estas orações do texto:
a) “que sem ela não pode ser”
b) “que sem ela / não há paz”

23. Identifique no poema uma oração que, sintaticamente, tem a mesma função que a oração “que sem ela não pode ser”.

24. Classifique as orações subordinadas substantivas.

O.S.S. subjetiva | O.S.S. Predicativa | O.S.S. Objetiva direta | O.S.S. Objetiva indireta | O.S.S. Completiva Nominal | O.S.S. Apositiva

a) Não gosto de que você saia à noite.
b) Espero que você aprenda português.
c) Tenho certeza de que você está estudando.
d) Quero provar que estou certo.
e) Tenho a impressão de que te conheço.
f) De uma coisa se sabe: que somos todos humanos.
g) A verdade é que a criança soube mais do que o adulto.
h) Nosso desejo era que você fosse aprovado.
i) É importante que nós tenhamos responsabilidades.

FONTES E REFERÊNCIAS:

CEREJA, William; COCHAR, Thereza. Português linguagens. 9. ed. São Paulo: Saraiva, 2015.
OLIVEIRA, Tania Amaral et al. Língua portuguesa: tecendo linguagens. 3. ed. São Paulo: IBEP, 2012.

CLIQUE AQUI PARA BAIXAR O MATERIAL.

Esta SD (sequência didática) foi preparada para ser trabalhada com estudantes do 3º ano (Ensino Médio), da Escola Estadual em Tempo Integral Josino Brito - Cacoal-RO, no ano de 2018. Portanto, por enquanto, o GABARITO não poderá ser divulgado.

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