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segunda-feira, 9 de abril de 2018

ATIVIDADES FRASE – ORAÇÃO – PERÍODO COMPOSTO POR COORDENAÇÃO COM GABARITO

SD (SEQUÊNCIA DIDÁTICA) FRASE – ORAÇÃO – PERÍODO COMPOSTO POR COORDENAÇÃO 


1. Para produzir sentido, dentro de uma determinada situação comunicativa, as palavras se organizam de diferentes maneiras. Leia o trecho a seguir.

Bebeu leite morno, aproximou-se da vaca e passou-lhe a mão pelo lombo, dizendo:
- Mimosa velha... Mimosa valente...

VERÍSSIMO, Érico. O continente. São Paulo: Cia das Letras, 2004.

a) Aprendemos que frase é uma unidade comunicativa com sentido completo. Com base nessa informação, responda: quantas frases há na segunda linha do trecho lido?


b) As frases que não possuem verbo, a gramática deu o nome de frases nominais. Quais são as frases nominais que aparecem no trecho lido?


c) Uma frase verbal se organiza em torno de um ou mais verbos. Que verbos foram usados na frase verbal do trecho lido?



d) Além do conceito de frase, você já estudou em anos anteriores o conceito de oração – a unidade comunicativa ou parte de uma unidade comunicativa que se organiza em torno de um verbo. Sendo assim, quantas orações compõem a frase verbal do trecho lido?


2. Leia mais um trecho a seguir.

Ana sentia-se animada, com vontade de viver. Sabia que, por piores que fossem as coisas que estavam por vir, não podiam ser tão horríveis como as que já tinha sofrido. Esse pensamento dava-lhe uma grande coragem.

VERÍSSIMO, Érico. O continente. São Paulo: Cia das Letras, 2004.

a) Quantos períodos há nesse trecho?


b) Quais períodos são compostos por apenas um verbo?



c) Quantas e quais orações compõem o primeiro período do texto?



Importante saber:

Nem toda frase é uma oração, pois é necessário que o enunciado seja construído em torno de um verbo ou locução verbal para que seja considerado uma oração.

Exemplo: “- Mas e o outro?” (frase sem nenhum verbo, nenhuma oração)

A frase formada por uma ou mais orações, ou seja, o enunciado com sentido completo formado por um ou mais verbos ou locuções verbais chama-se período.

Observe: “Pela madrugada Ana acordou e ouviu o choro da cunhada.”

O período é formado em torno de dois verbos, ou seja, tem duas orações.

3. Em relação aos períodos a seguir, localize os verbos e as locuções verbais; em seguida, responda: por quantas orações é formado cada um deles?

a) “No momento em que cravara a última cruz, Ana teve uma dúvida que a deixou apreensiva.”


b) “Ela estava tão cansada, tão tonta e confusa que nem tivera a ideia de verificar se o pobre do negro estava morto ou não”.


c) “Tinham empurrado o corpo para dentro da cova e atirado terra em cima.”


d) “Ana olhava, sombria, para as sepulturas.”


4. Leia o trecho a seguir.

Neruda soltou o trinco do portão e acariciou o queixo.

a) Quantas e quais orações há nesse período?



b) Que elemento estabelece uma ligação entre as duas orações do período?


5. Agora, observe outro período e identifique que elemento estabelece uma relação entre as duas orações.

- Eu me senti estranho, porque com tanto movimento fiquei enjoado.



6. Leia o texto a seguir.

- Claro!
- Sabe o que você fez, Mário?
- O quê?
- Uma metáfora.
- Mas não vale porque saiu só por puro acaso.
- Não há imagem que não seja casual, filho.

Trecho do livro “O Carteiro e o poeta” de Pablo Neruda.

a) Reescreva os verbos que aparecem no texto.


b) Informe quantas e quais orações de cada período do texto lido.




Importante saber:

Damos o nome de conjunção à palavra ou expressão que relaciona duas orações em um período.

Exemplo: “Mário retorceu o pescoço e procurou os olhos do poeta.”

Uma conjunção também pode ligar dois termos que tenham a mesma função sintática na oração.

Exemplo: “É indigno que você fique me submetendo a todo tipo de comparações e metáforas.”


7. Informe se a conjunção liga orações ou liga termos que exercem a mesma função sintática dentro da oração.

a) Você precisa escolher: é tudo ou nada.


b) Você precisa escolher: é pegar ou largar.


c) Vida e morte são dois lados da mesma moeda.


d) Viver e morrer são dois lados da mesma moeda.


8. Sublinhe as conjunções que estão ligando orações.

a) “- Mas não vale porque saiu por acaso.”
b) “- [...] Estranho é como eu me sentia quando o senhor recitava o poema.”
c) “- Querido Mário, vamos ver se você desenreda um pouco, porque eu não posso passar toda a manhã desfrutando o papo.”

Importante saber:

Damos o nome de período simples ao período formado por uma única oração, ou seja, por um único verbo ou locução verbal.

Exemplo: “- Você ficou enjoado [...]”

O período formado por duas ou mais orações, ou seja, por dois ou mais verbos ou locuções verbais, damos o nome de período composto.

Exemplo: “Estranho é/ como eu me sentia / quando o senhor recitava o poema.”


9. Leia o trecho a seguir e escreva o que se pede.

- Rapaz! Todos são poetas no Chile. É mais original que você continue sendo carteiro. Pelo menos caminha bastante e não engorda. Todos os poetas aqui no Chile são gorduchos.

Trecho do livro “O Carteiro e o poeta” de Pablo Neruda.

a) A única frase que não pode ser considerada um período.


b) Dois períodos simples.



c) Dois períodos compostos.



d) Uma conjunção.


10. Leia o trecho a seguir.

A televisão daquela época era mágica. Embora transmitisse em branco e preto programas sem profissionalismo, com imagens tecnicamente ruins, ela possuía um fascínio único.

MARCONDES FILHO, Ciro. Televisão: a vida pelo vídeo. São Paulo: Moderna, 1988. (Adaptado)

a) Quantos verbos existem nesse trecho? Quantas orações existem em cada período?



b) Os períodos são simples ou compostos? Por quê?




11. Leia o trecho a seguir.

[...] as pessoas sentavam juntas, conversavam e trocavam ideias na hora das refeições.

a) Quantas orações há no período lido?


b) Qual é o sujeito de cada uma das orações?



12. Leia os dois períodos a seguir e informe em qual deles as orações podem ser separadas e formar novo período sem prejudicar a ideia expressa.

·         É óbvio que o aparelho de televisão não é por si só fascinante.
·         Conversavam sobre muitos assuntos, mas o motivo de tão frequente visita era a televisão.



Importante saber:

Quando as orações são colocadas em ordem, (ordenadas) sem depender sintaticamente umas das outras, são chamadas de orações coordenadas.
Uma oração coordenada expressa uma ideia completa em si mesma e um período composto por coordenação pode facilmente ser fragmentado, de modo que suas orações se transformem em períodos simples.

Exemplo: As pessoas vinham, cumprimentavam-se, sentavam-se e assistiam ao programa.

Esse período poderia ser fragmentado da seguinte forma:

As pessoas vinham. Cumprimentavam-se. Sentavam-se. E assistiam ao programa.

As orações coordenadas podem ser ligadas por vírgulas ou conjunções e se dividem em sindéticas (com conjunção) e assindética (sem conjunção).

Oração coordenada assindética. Exemplo: Uns chegavam em cima da hora, outros já estavam lá esperando desde cedo.

Orações coordenadas sindéticas. Exemplos:
Aditiva: Eu lia Machado de Assis e ela Eça de Queirós.
Adversativa: Maria é uma grande cozinheira, mas desta vez errou na mão.
Alternativa: A TV voltaria logo, ou todo mundo ia pirar de vez.
Explicativa: A confusão era geral, pois ninguém mais sabe viver sem TV.
Conclusiva: Penso, logo existo.


13. Para ampliar seus conhecimentos, faça uma pesquisa a respeito das orações coordenadas assindéticas e sindéticas. (Copie sua pesquisa no caderno).

14. Todos os períodos a seguir são compostos por coordenação. Leia-os e destaque a conjunção que estabelece a relação entre as orações. A seguir, indique se a ideia introduzida pela conjunção acrescenta uma informação (aditiva), contraria a anterior (adversativa), indica uma alternância (alternativa), explica algo (explicativa) ou leva a alguma conclusão (conclusiva).

a) O filme é um manual irônico e uma deliciosa amostra desse gênero cinematográfico.


b) A brincadeira é feita com muita intencionalidade e pouca sutileza, portanto parece um projeto de estudante.


c) A trama ficou recheada de lugares-comuns, mas o resultado final é surpreendente.


d) O filme ou critica ou ri dos muitos clichês.


e) O resultado é muito divertido, pois os atores são fantásticos.


FONTES E REFERÊNCIAS:


CEREJA, William; COCHAR, Thereza. Português linguagens. 9. ed. São Paulo: Saraiva, 2015.

OLIVEIRA, Tania Amaral et al. Língua portuguesa: tecendo linguagens. 3. ed. São Paulo: IBEP, 201



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GABARITO


1. a) Há duas frases.
b) As frases “Mimosa velha...” e “Mimosa valente...”
c) bebeu (beber); aproximou (aproximar); passou (passar); e dizendo (dizer).
d) Quatro orações.

2. a) Três.
b) Apenas a frase: “esse pensamento dava-lhe uma grande coragem.”
c) Duas orações: “Ana sentia-se animada...” / “...com vontade de viver”.

3. a) cravara; teve; deixou: 3 orações.
b) estava; tivera; verificar; estava: 4 orações.
c) tinham empurrado; ativado: 2 orações.
d) olhava: 1 oração.

4. a) Há duas orações. Neruda soltou o trinco do portão. / (Neruda) acariciou o queixo.
b) A palavra e.

5. A palavra porque.

6.  a) sabe, fez, vale, saiu, há, seja.
b) Sabe o que você fez, Mário? / duas orações. / - Mas não vale porque saiu só por puro acaso. / duas orações. / - Não há imagens que não seja casual, filho. / duas orações.

7. a) Liga palavras de mesma função sintática dentro da oração.
b) Liga duas orações.
c) Liga palavras de mesma função sintática dentro da oração.
d) Liga duas orações.

8. a) porque; b) como / quando; c) se / porque.

9. a) Rapaz!
b) Todos são poetas no Chile. / Todos os poetas aqui no Chile são gorduchos.
c) É mais original que você continue sendo carteiro. / Pelo menos caminha bastante e não engorda.
d) Conjunção e.

10. a) Existem três verbos. Há uma oração no primeiro período e duas, no segundo.
b) O primeiro período é simples, porque é formado por uma só oração. O segundo período é composto, porque é formado por duas orações.

11. a) Há três orações.
b) Em todas elas, o sujeito é “as pessoas”.

12. No 2º período, podem-se separar orações sem alterar o sentido, a ideia.

13. Pesquisar sobre as Orações Coordenadas assindéticas e sindéticas.

14. a) Conjunção e: aditiva; b) Conjunção portanto: conclusiva; c) Conjunção mas: adversativa; d) Conjunção ou: alternativa; e) Conjunção pois: explicativa.


quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

ATIVIDADES LEITURA E INTERPRETAÇÃO TEXTUAL 6º ANO COM GABARITO

ATIVIDADES

QUESTÃO 01
Leia o texto a seguir.

Xote ecológico

Não posso respirar
Não posso mais nadar
A terra está morrendo
Não dá mais pra plantar
Se plantar não nasce
Se nascer não dá
Até pinga da boa
É difícil de encontrar
Cadê a flor que estava aqui
Poluição comeu
O peixe que é do mar
Poluição comeu
O verde onde é que está
Poluição comeu
Nem Chico Mendes sobreviveu

(Aguinaldo Batista e Luiz Gonzaga)

A música tem como tema

(A) desmatamento das florestas.
(B) a morte de Chico Mendes.
(C) Poluição do meio ambiente.
(D) ausência do reflorestamento no Brasil.

Leia o texto a seguir para responder às questões 02 a 09.

A incapacidade de ser verdadeiro

        Paulo tinha fama de mentiroso. Um dia chegou em casa dizendo que vira no campo dois dragões-da-independência cuspindo fogo e lendo fotonovelas.
        A mãe botou-o de castigo, mas na semana seguinte ele veio contando que caíra no pátio da escola um pedaço de lua, todo cheio de queijo. Desta vez Paulo não só ficou sem sobremesa como foi proibido de jogar futebol durante quinze dias.
        Quando o menino voltou falando que todas as borboletas da Terra passaram pela chácara de Siá Elpídia e queriam formar um tapete voador para transportá-lo ao sétimo céu, a mãe decidiu levá-lo ao médico. Após o exame, o Dr. Epaminondas abanou a cabeça:
        - Não há nada a fazer, Dona Coló. Este menino é mesmo um caso de poesia.

(ANDRADE, Carlos Drummond de)

QUESTÃO 02
Quando Paulo chegou em casa dizendo que vira no campo dois dragões-da-independência cuspindo fogo e lendo fotonovelas, a mãe

(A) colocou-o de castigo.
(B) deixou-o sem sobremesa.
(C) levou-o ao médico.
(D) proibiu-o de jogar futebol.

QUESTÃO 03
A mãe de Paulo ficou preocupada com o filho porque ele

(A) machucou-se no pátio da escola.
(B) contava histórias criativas.
(C) desistiu de jogar futebol.
(D) queixou-se do médico.

QUESTÃO 04
A preocupação da mãe que a fez levar o filho ao médico deveu-se à

(A) fábula dos dragões-da-independência cuspindo fogo e lendo fotonovelas.
(B) histórias do pedaço de lua, cheio de queijo no pátio da escola.
(C) passagem das borboletas pela chácara de Siá Elpídia formando um tapete voador.
(D) imaginação do menino ao criar suas histórias fantasiosas.

QUESTÃO 05
O parecer do médico "Este menino é mesmo um caso de poesia", sugere que Paulo

(A) agia dessa forma pelo excesso de castigo.
(B) brincava com coisas verdadeiras.
(C) era um menino imaginativo e criativo.
(D) estava precisando do carinho familiar.

QUESTÃO 06
Dona Coló castigava o filho porque acreditava que ele estivesse

(A) brincando.
(B) sonhando.
(C) mentindo.
(D) teimando.

QUESTÃO 07
O texto sugere que

(A) mentira e teimosia andam juntas.
(B) mentira e fantasia são sinônimas.
(C) mentira e sonho parecem brincadeiras.
(D) mentira e imaginação são diferentes.

QUESTÃO 08
O trecho do texto que indica ser a fala de um personagem é

(A) "Paulo tinha fama de mentiroso [...]".
(B) "- Não há nada a fazer, Dona Coló. Este menino é mesmo um caso de poesia".
(C) "Após o exame, o Dr. Epaminondas abanou a cabeça".
(D) "Desta vez Paulo não só ficou sem sobremesa como foi proibido de jogar futebol [...]".

QUESTÃO 09
No trecho "A mãe botou-o de castigo [...]". O pronome "o" refere-se ao

(A) pátio.
(B) castigo.
(C) menino, Paulo.
(D) médico.

Leia o texto a seguir para responder às questões 10 a 15.

Procura-se

        Os beija-flores ou colibris estão entre as menores aves do mundo e são as únicas capazes de ficar voando no mesmo lugar, como um helicóptero, ou de voar para trás. Para isso, porém, as suas pequenas asas precisam movimentar-se muito depressa, o que gasta muita energia. Assim, eles precisam se alimentar bastante, e algumas espécies podem comer em um único dia até oito vezes o seu próprio peso. Uau!

      O balança-rabo-canela é um beija-flor pequeno que pesa apenas nove gramas e só existe no Brasil. Ele tem as costas esverdeadas e a parte de baixo do corpo na cor canela, com um tom mais escuro na garganta. As penas da cauda, por sua vez, são de cor bronze e têm as pontas brancas. A ave possui ainda uma fina listra branca em cima e embaixo dos olhos.

       Assim como os outros beija-flores, o balança-rabo-canela geralmente se alimenta de pequenos insetos, aranhas e néctar(um líquido doce produzido pelas flores). Para sugá-lo, essas aves têm uma língua com ponta dupla, que forma dois pequenos canudos.

        É comum os beija-flores ficarem com os grãos de pólen das flores grudados nas penas e no bico depois de sugarem o néctar. Assim, acabam levando-os de uma flor a outra, à medida que seguem seu caminho. Como as flores precisam do pólen para produzir sementes, os beija-flores, sem querer, ajudam-nas ao fazer esse transporte e acabam beneficiados também: afinal, o néctar das flores é um dos seus alimentos.

        Os beija-flores enxergam muito bem, e muitas flores possuem cores fortes, como vermelho ou laranja, para atraírem a sua atenção. Embora muito pequenas, essas aves são muito valentes e sabem defender seus recursos, como as flores que utilizam para se alimentar. Assim, alguns machos podem até expulsar as fêmeas da sua própria espécie caso elas cheguem perto da comida. Na luta pela sobrevivência parece não haver espaço para gentileza: machos e fêmeas geralmente se juntam apenas na época da reprodução.
        O balança-rabo-canela coloca seus ovos de setembro a fevereiro e choca-os durante 15 dias. A fêmea é quem constrói o ninho e também cuida dos filhotes por quase um mês após o nascimento para que eles consigam sobreviver sozinhos.
        O pequeno balança-rabo-canela está ameaçado de extinção por conta da destruição do ambiente onde vive, ou seja, do seu habitat. As matas que servem de lar para essa ave estão sendo destruídas de maneira acelerada para a criação de animais, o cultivo de alimentos, a instalação de indústrias e pelo crescimento das cidades. Portanto, precisamos preservá-las para que esse belo beija-flor não desapareça para sempre.

Fonseca, Lorena c.n; Alves, Maria Alice. Procura-se! Ciência hoje para crianças, Rio de Janeiro, n.159, jul.  2005. 
 

QUESTÃO 10
O balança-rabo-canela é um beija-flor que

(A) pesa apenas nove gramas.
(B) põe ovos o ano inteiro.
(C) possui uma lista branca nas asas.
(D) tem as costas cor de bronze.

QUESTÃO 11
Em "Assim, acabam levando-o de uma flor a outra, à medida que seguem o caminho" (4º parágrafo), o pronome "o" refere-se a

(A) brotos em geral.
(B) colibris pequenos.
(C) grãos de pólen.
(D) insetos comestíveis.

QUESTÃO 12
O balança-rabo-canela, depois de sugar o néctar,

(A) alimenta-se de insetos variados.
(B) auxilia as fêmeas na criação dos filhotes.
(C) contribui para a reprodução das flores.
(D) cuida dos filhotes por quase um mês.

QUESTÃO 13
Os beija-flores estão ameaçado de extinção porque

(A) comem até oito vezes o seu próprio peso.
(B) o ambiente em que eles vivem está sendo destruído.
(C) gastam muita energia para voar.
(D) têm de lutar constantemente por seus recursos.

QUESTÃO 14
O texto "Procura-se"

(A) informa sobre o perigo de extinção dos beijas-flores chamados de "balança-rabo-canela".
(B) inventa algumas características sobre os beija-flores chamados de "balança-rabo-canela".
(C) traz um relato de experiência científica com os beijas-flores chamados de "balança-rabo-canela".
(D) anuncia que alguém está procurando beija-flores chamados de "balança-rabo-canela" para comprar.

QUESTÃO 15
A questão central tratada no texto é

(A) a preservação dos beija-flores.
(B) a reprodução de animais silvestres.
(C) o crescimento das cidades.
(D) o hábito alimentar das aves.

QUESTÃO 16
Leia o texto a seguir.

Futebol na raça

        Criado na Inglaterra em 1863, ele desembarcou no Brasil 31 anos depois, na forma de uma bola trazida debaixo do braço pelo estudantes paulista Charles Miller. Chegou elitista, racista e excludente. Quando se organizaram os primeiros campeonatos, lá pelo começo do século, era esporte de branco, rico, praticado em clubes fechados ou colégios seletos. Negros e pobres estavam simplesmente proibidos de chegar perto dos gramados, mas mesmo à distância, perceberam o jogo e deles se agradaram.
       Estava ali uma brincadeira feita sob medida para pobre. não exige equipamento especial além de um objeto qualquer que possa ser chutado como se fosse bola. Pode ser praticado na rua, no pátio da escola, no fundo do quintal. o número e o tipo de jogador dependem apenas de combinação entre as partes. Jogam o forte e o fraco, o baixinho e o altão, o gordo e o magro. [...].

(Maurício Cardoso. Revista Veja)

O texto lido

(A) é narrativo porque relata os primeiros jogos oficiais no Brasil.
(B) é descritivo porque relata as características do inventor do futebol.
(C) faz o leitor refletir sobre as diferenças sociais, como rico e pobre.
(D) é informativo porque traz dados sobre a origem do futebol.

QUESTÃO 17
Leia o texto a seguir.

Centro-Oeste

Os bandeirantes paulistas trouxeram para a região a cultura do Sudeste. A dança do Cururu, encontrada no interior de São Paulo, aqui ganhou mais força. Dela, somente os homens participam. Eles tocam viola de cocho, típico instrumento mato-grossense, e reverenciam os santos com rimas e sapateados. A pamonha, iguaria apreciada nos arraiais do centro do país, vem do acaçá, prato africano feito de milho ralado quente envolvido em folhas de bananeira.

No texto, a palavra "iguaria" poderia ser substituída, sem perda de sentido por

(A) festa.
(B) dança.
(C) comida.
(D) cânticos.

QUESTÃO 18
Leia o texto a seguir.

[...] Seu Veiga, amante de boa leitura e cuja cachaça era colecionar livros, embora colecionasse também filhos, talvez com a mesma paixão, levou sua mania ao extremo de batizar os rebentos com nomes que tivessem relação com livros. Assim o mais velho chamou-se Prefácio da Veiga; o segundo Prólogo; o terceiro, Índice, e, sucessivamente, foram nascendo o Tomo, o Capítulo e, por fim, Epílogo da Veiga, caçula do casal [...].

(PORTO, Sérgio. História de um nome)

Pelo contexto da história, é possível deduzir que a palavra "rebentos" significa

(A) filhos.
(B) livros.
(C) velhos.
(D) nomes.

QUESTÃO 19
Leia o texto a seguir.

Rio de Janeiro, 20 de março de 2009.
Haroldo,
Estou muito chateada com você. A gente briga toda hora, você não me compreende e... é um grosseirão! Cansei de esperar que você mudasse, e nada! Agora é tarde demais!
Cansei, não me procure mais.
Marta.

O trecho "Estou muito chateada com você" demonstra

(A) o cansaço de Marta.
(B) a insatisfação de Marta.
(C) a incompreensão de Marta.
(D) a arrogância de Marta.

QUESTÃO 20
Leia o texto a seguir.

[...] Os morcegos surgiram há milhões de anos. Seus hábitos noturnos, a vida nas cavernas, a aversão à luz fizeram com que as pessoas relacionassem esses seres ao mal, ligando-os a histórias de terror, mistério e a imagens de vampiros [...].

No texto, a palavra "seus" refere-se a

(A) milhões.
(B) noturnos.
(C) hábitos.
(D) morcegos.



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GABARITO
1. C; 2. A; 3. B; 4. D; 5. C; 6. C; 7. D; 8. B; 9. C; 10. A; 11. C; 12. C; 13. B; 14. A; 15. A; 16. D; 17. C; 18. A; 19. B; 20. D.