Não solicitamos autorização de terceiros para a publicação de conteúdo neste blog. Caso alguém discorde de alguma publicação, entre em contato pelo e-mail elisandro.felix@gmail.com e solicite, com justificativa, a exclusão do material.
SEJAM BEM-VINDOS AO PORTAL DA TAREFA LEGAL
NÃO RECLAMEM DOS ANÚNCIOS, SÃO ELES QUE AJUDAM MANTER O FUNCIONAMENTO DESSA PÁGINA.

segunda-feira, 27 de julho de 2015

LEITURA E INTERPRETAÇÃO TEXTUAL - UM APÓLOGO - MACHADO DE ASSIS

ATIVIDADE SUGERIDA AOS ALUNOS DO 8º E 9º ANO FUNDAMENTAL

Um Apólogo
Machado de Assis

Era uma vez uma agulha, que disse a um novelo de linha:
— Por que está você com esse ar, toda cheia de si, toda enrolada, para fingir que vale alguma cousa neste mundo?
— Deixe-me, senhora.
— Que a deixe? Que a deixe, por quê? Porque lhe digo que está com um ar insuportável? Repito que sim, e falarei sempre que me der na cabeça.
— Que cabeça, senhora?  A senhora não é alfinete, é agulha.  Agulha não tem cabeça. Que lhe importa o meu ar? Cada qual tem o ar que Deus lhe deu. Importe-se com a sua vida e deixe a dos outros.
— Mas você é orgulhosa.
— Decerto que sou.
— Mas por quê?
— É boa!  Porque coso.  Então os vestidos e enfeites de nossa ama, quem é que os cose, senão eu?
— Você?  Esta agora é melhor. Você é que os cose? Você ignora que quem os cose sou eu e muito eu?
— Você fura o pano, nada mais; eu é que coso, prendo um pedaço ao outro, dou feição aos babados...
— Sim, mas que vale isso? Eu é que furo o pano, vou adiante, puxando por você, que vem atrás obedecendo ao que eu faço e mando...
— Também os batedores vão adiante do imperador.
— Você é imperador?
— Não digo isso. Mas a verdade é que você faz um papel subalterno, indo adiante; vai só mostrando o caminho, vai fazendo o trabalho obscuro e ínfimo. Eu é que prendo, ligo, ajunto...
Estavam nisto, quando a costureira chegou à casa da baronesa. Não sei se disse que isto se passava em casa de uma baronesa, que tinha a modista ao pé de si, para não andar atrás dela. Chegou a costureira, pegou do pano, pegou da agulha, pegou da linha, enfiou a linha na agulha, e entrou a coser.  Uma e outra iam andando orgulhosas, pelo pano adiante, que era a melhor das sedas, entre os dedos da costureira, ágeis como os galgos de Diana — para dar a isto uma cor poética. E dizia a agulha:
— Então, senhora linha, ainda teima no que dizia há pouco?  Não repara que esta distinta costureira só se importa comigo; eu é que vou aqui entre os dedos dela, unidinha a eles, furando abaixo e acima...
A linha não respondia; ia andando. Buraco aberto pela agulha era logo enchido por ela, silenciosa e ativa, como quem sabe o que faz, e não está para ouvir palavras loucas. A agulha, vendo que ela não lhe dava resposta, calou-se também, e foi andando. E era tudo silêncio na saleta de costura; não se ouvia mais que o plic-plic-plic-plic da agulha no pano. Caindo o sol, a costureira dobrou a costura, para o dia seguinte. Continuou ainda nessa e no outro, até que no quarto acabou a obra, e ficou esperando o baile.
Veio a noite do baile, e a baronesa vestiu-se. A costureira, que a ajudou a vestir-se, levava a agulha espetada no corpinho, para dar algum ponto necessário. E enquanto compunha o vestido da bela dama, e puxava de um lado ou outro, arregaçava daqui ou dali, alisando, abotoando, acolchetando, a linha para mofar da agulha, perguntou-lhe:
— Ora, agora, diga-me, quem é que vai ao baile, no corpo da baronesa, fazendo parte do vestido e da elegância? Quem é que vai dançar com ministros e diplomatas, enquanto você volta para a caixinha da costureira, antes de ir para o balaio das mucamas?  Vamos, diga lá.
Parece que a agulha não disse nada; mas um alfinete, de cabeça grande e não menor experiência, murmurou à pobre agulha: 
— Anda, aprende, tola. Cansas-te em abrir caminho para ela e ela é que vai gozar da vida, enquanto aí ficas na caixinha de costura. Faze como eu, que não abro caminho para ninguém. Onde me espetam, fico. 
Contei esta história a um professor de melancolia, que me disse, abanando a cabeça:
— Também eu tenho servido de agulha a muita linha ordinária!


COMPREENDENDO O TEXTO

1. Muitas vezes, um escritor reflete em sua obra aspectos da realidade da época em que vivia. Porém, quando uma obra apresenta aspectos que podem ser aplicados a qualquer época e a todas as pessoas, dizemos que o texto é atemporal, ou universal. Em sua opinião, os comportamentos mostrados no texto "Um apólogo" são atemporais? Por quê?

2. Quando o alfinete aparece no apólogo, é dito que ele é "de cabeça grande e não menor experiência". Com que sentido foi feita essa relação? Explique.

3. Releia o trecho a seguir:

 - Por que está você com esse ar, toda cheia de si, toda enrolada, para fingir que vale alguma cousa neste mundo?

A) A quem pertence essa fala no texto?

B) Por meio desse trecho, que características psicológicas desse personagem podem ser percebidas?

C) Ao longo do texto, que outras características psicológicas desse personagem podem ser percebidas?

4. O tempo e o espaço são elementos de uma narrativa, pois auxiliam no desenvolvimento da história narrada.

A) As ações que envolvem a linha e a agulha ocorreram em que lugar?

B) Em quanto tempo transcorreram os fatos narrados envolvendo a agulha e a linha?

C) Quanto tempo se passou do início do diálogo entre a linha e a agulha e o dia do término da costura?

D) Em qual tempo verbal o apólogo foi narrado?

5. Que ensinamento o apólogo apresenta?

6. Textos como esse têm como objetivo provocar uma mudança de comportamento nos leitores. Que atitude o texto lido busca provocar no leitor?

7. O narrador participa da história ou é apenas um observador? Explique.

8. O apólogo lido apresenta um confronto entre dois personagens. 

A) Em sua primeira fala, o tom usado pela agulha expressa qual intenção dela?

B) Pela resposta dada a linha, percebe-se que ela teve a mesma intenção da agulha ou não? Explique.

9. No início, a agulha compete com a linha argumentando que ela, a agulha, era superior, pois sempre ia à frente, abrindo caminho para a linha. Isso demostra que a agulha era orgulhosa. No entanto, no decorrer do texto, a linha demonstrou ser competitiva.

A) Em sua opinião, na vida real, que problemas uma pessoa muito competitiva pode ter?

B) Para você, em que situações ser competitivo pode ser algo positivo?

10. Leia os trechos a seguir:

- Por que está você com esse ar, toda cheia de si, toda enrolada [...]
Repito que sim, e falarei sempre que me der na cabeça.

Com que sentido as expressões destacadas foram empregadas nesses trechos?

FONTE:
ASSIS, Machado. Um apólogo. In: ALVES, Rosemeire; BRUGNEROTTO, Tatiane. Vontade de saber português. São Paulo: FTD, 2012. (Adaptado)



E AÍ, GOSTOU DO NOSSO MATERIAL? COMENTA AQUI ABAIXO 👇!



GABARITO

1. Esses comportamentos são considerados atemporais, pois podem acontecer em qualquer época e lugar, não sendo exclusivos de um determinado contexto histórico.
2. Como o alfinete é um objeto que possui uma cabeça grande, o narrador usou essa característica física para destacar uma característica psicológica dele: sabedoria ou inteligência.
3a. À agulha.
3b. Orgulho e insistência.
3c. A agulha demonstra ser encrenqueira, invejosa e inconformada.
4a. Na casa de uma baronesa, mais especificamente em uma saleta de costura.
4b. Em um primeiro momento, os fatos ocorreram no período de um dia. 
4c. 4 dias.
4d. Pretérito perfeito.
5. Muitas pessoas não sabem trabalhar em equipe e se aproveitam do trabalho dos outros para se beneficiar, não valorizando a ajuda recebida.
6. Fazer o leitor reconhecer que todas as pessoas precisam umas das outras, valorizando-se o trabalho de cada uma.
7. O narrador é apenas um observador, pois narra os fatos vivenciados pelos personagens, mas não participa deles.
8a. Ela faz provocações à linha ao criticar o seu comportamento.
8b. Não, ela quis cortar o assunto e não prosseguir com as provocações.
9a. Resposta pessoal.
9b. Resposta pessoal.
10. Cheia de si: orgulhosa; sempre que me der na cabeça: quando quiser.

  

domingo, 12 de abril de 2015

LEITURA E INTERPRETAÇÃO TEXTUAL PARA O 7º ANO COM GABARITO

INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS - 7º ANO FUNDAMENTAL

 

QUESTÃO 01: Leia um trecho da canção a seguir.

 

Cheguei na bera do porto

Onde as ondas se espaia

As garça dá meia-volta

Senta na bera da praia

E o cuitelinho não gosta

Que o botão de rosa caia, ai, ai, ai.

 

Predomina-se no trecho acima uma variante da linguagem

 

(A) formal.

(B) informal.

(C) urbana.

(D) dos cariocas.

 

QUESTÃO 02: Leia o texto a seguir.

 

O disfarce dos bichos

 

Você já tentou pegar um galhinho seco e ele virou bicho, abriu asas e voou? Se isso aconteceu é porque o graveto era um inseto conhecido como “bicho-pau”. Ele é tão parecido com um galhinho, que pode ser confundido com um graveto. Existem lagartas que se parecem com raminhos de plantas e há grilos que imitam folhas. Muitos animais ficam com a cor e a forma dos lugares em que estão. Eles fazem isso para se defenderem dos inimigos ou capturar outros bichos que servem de alimento. Esses truques são chamados de mimetismo, isto é, imitação. O cientista inglês Henry Walter Bates foi quem descobriu o mimetismo. Ele passou onze anos na selva amazônica estudando os animais. 

 

MAVIAEL MONTEIRO, José. Bichos que usam disfarce para defesa. FOLHINHA, 6. NOV, 1993

 

O “bicho-pau” se parece com 

 

(A) florzinha seca. 

(B) folhinha verde. 

(C) galhinho seco

(D) raminho de planta.

 

QUESTÃO 03: Leia o texto a seguir.

 

TALITA

 

Talita tinha a mania de dar nomes de gente aos objetos da casa, e tinham de ser nomes que rimassem. Assim, por exemplo, a mesa, para Talita, era Dona Teresa, a poltrona era Vó Gordona, o armário era o Doutor Mário. A escada era Dona Ada, a escrivaninha era Tia Sinhazinha, a lavadora era Prima Dora, e assim por diante.

Os pais de Talita achavam graça e topavam a brincadeira. Então, podiam-se ouvir conversas como essa:

- Filhinha, quer trazer o jornal que está em cima da Tia Sinhazinha?!

- É pra já, papai. Espere sentado na Vó Gordona, que eu vou num pé e volto noutro.

Ou então:

- Que amolação, Prima Dora está entupida, não lava nada! Precisa chamar o mecânico.

- Ainda bem que tem roupa limpa dentro do Doutor Mário, né Mamãe?

E todos riam.

 

BELINKY, Tatiana. A operação do tio Onofre: uma história policial. São Paulo. Ática, 1985.

 

A mania de Talita de dar nome de gente aos objetos da casa demonstra que ela é uma menina

 

(A) curiosa. 

(B) exagerada.

(C) estudiosa.

(D) criativa.  

 

QUESTÃO 04: Leia o texto a seguir.

 

Continho

 

Era uma vez um menino triste, magro e barrigudinho. Na soalheira danada de meio-dia, ele estava sentado na poeira do caminho, imaginando bobagem, quando passou um vigário a cavalo.

— Você, aí, menino, para onde vai essa estrada?

— Ela não vai não: nós é que vamos nela.

— Engraçadinho duma figa! Como você se chama?

— Eu não me chamo, não, os outros é que me chamam de Zé.

 

MENDES CAMPOS, Paulo, Para gostar de ler - Crônicas. São Paulo: Ática, 1996, v. 1 p. 76.

 

Há traço de humor no trecho:

 

(A) “Era uma vez um menino triste, magro”.

(B) “ele estava sentado na poeira do caminho”.

(C) “quando passou um vigário”.

(D) “Ela não vai não: nós é que vamos nela”.

 

QUESTÃO 05: Leia o texto a seguir.

 

Os poemas

 

Os poemas são pássaros que chegam

não se sabe de onde e pousam

no livro que lês.

Quando fechas o livro, eles alçam voo

como de um alçapão.

Eles não têm pouso

nem porto

alimentam-se um instante em cada par de mãos

e partem.

E olhas, então, essas tuas mãos vazias,

no maravilhado espanto de saberes

que o alimento deles já estava em ti …

 

Mário Quintana. Esconderijos do tempo. 5. ed. Porto Alegre: L&PM, 1980.

 

Para dar poeticidade ao poema, o eu lírico fez uso do recurso da comparação. Que elementos são comparados?

 

(A) poemas e livros.

(B) poemas e pássaros.

(C) livros e pássaros.

(D) alçapão e mãos.

 

QUESTÃO 06: Leia o texto a seguir.

 

Faz tempo:

minha mãe no portão

penteava alegria

enquanto conversava

estrelas.

Ela se conservava

e se consumia

nessa conversa

só dela.

Eu via tudo

e não sabia de nada.

Tem coisas que a gente

sabe que não precisa saber.

 

Paulo Netho. Sem explicações. In: Poesia futebol clube e outros poemas, 2007.

 

No poema, o eu lírico “brinca” com as palavras ao empregar alguns verbos de forma inusitada. Quais são esses verbos?

 

(A) Via e precisa.

(B) Consumia e sabia.

(C) Conversava e sabia.

(D) Penteava e conversava.

 

QUESTÃO 07: Leia os dois textos a seguir:

 

TEXTO 01

 

[...]

Diante dela e todo a contemplá-la, está um guerreiro estranho, se é guerreiro e não algum mau espírito da floresta. Tem nas faces o branco das areias que bordam o mar; nos olhos o azul triste das águas profundas. Ignotas armas e tecidos ignotos cobrem-lhe o corpo.

 

Foi rápido, como o olhar, o gesto de Iracema. A flecha embebida no arco partiu. Gotas de sangue borbulham na face do desconhecido.

 

De primeiro ímpeto, a mão lesta caiu sobre a cruz da espada: mas logo sorriu. O moço guerreiro aprendeu na religião de sua mãe, onde a mulher é símbolo de ternura e amor. Sofreu mais d’alma que da ferida.

 

O sentimento que ele pôs nos olhos e no rosto, não o sei eu. Porém a virgem lançou de si o arco e a uiraçaba, e correu para o guerreiro, sentida da mágoa que causara. A mão que rápida ferira, estancou mais rápida e compassiva o sangue que gotejava. Depois Iracema quebrou a flecha homicida: deu a haste ao desconhecido, guardando consigo a ponta farpada.

[...]

 

José de Alencar. Iracema: lenda do Ceará. 6. ed. São Paulo: FTD, 1999.

 

TEXTO 02

 

[...]

Ao ver aquela figura

de admirável beleza

estátua de bronze vivo

feita pela natureza

Martim até se assustou

dum pulo se levantou

sem se conter de surpresa

 

Porém mal ergueu o corpo

quando uma flecha partiu

do arco da índia nua

e em pleno rosto o feriu

Martim pensou em vingar

quis da espada puxar

mas do lugar não saiu

 

Embora fosse selvagem

era uma mulher que via

ele aprendera em criança

quando sua mãe lhe dizia

que a mulher ruim ou honesta

na cidade ou na floresta

se trata com cortesia

 

Quando a índia viu Martim

botar a mão na espada

e depois ficar olhando

pra ela sem dizer nada

demonstrou-se arrependida

desconfiada e sentida

olhava a face magoada

[...]

 

João Martins de Athayde. Iracema: a virgem dos lábios de mel.

 

O que há em comum entre esses dois textos?

 

(A) Ambos são escritos em versos e com um certo rigor em relação à pontuação.

(B) Ambos informam como Iracema conquistou o amor de Martim.

(C) Ambos apresentam a forma como Iracema e Martim se conheceram.

(D) Ambos apresentam a forma violenta com que Martim reagiu ao ataque de Iracema.

 

QUESTÃO 08: Leia a sinopse sobre a animação Rio, dirigida e produzida pelo brasileiro Carlos Saldanha.

 

Dos criadores da série de sucesso A Era do gelo, agora chega às telas Rio, uma divertidíssima aventura sobre assumir riscos na vida. Blu é uma arara domesticada que nunca aprendeu a voar e tem uma vida tranquila e confortável ao lado de Linda, sua dona e melhor amiga, na pequena cidade de Moose Lake, Minnesota. Blu e Linda pensam que ele é o último de sua espécie, mas quando ficam sabendo que há outra arara azul que vive no Rio de Janeiro, eles partem para a terra distante e exótica na expectativa de encontrar Jewel, uma fêmea da espécie de Blu. Logo depois de sua chegada, Blu e Jewel são sequestrados por um grupo de atrapalhados contrabandistas de animais. Com a ajuda da experiente Jewel e de um grupo de debochados e faladores pássaros da cidade, Blu consegue escapar. Agora, com seus novos amigos a seu lado, Blu precisa descobrir a coragem para aprender a voar, enganar os sequestradores que continuam em seu encalço e voltar para Linda, a melhor amiga que um pássaro já teve.

 

Fonte: www.interfilmes.com/filmes_250664_Rio-(Rio).html

 

Na época em que foi publicada essa sinopse, o filme Rio estava em cartaz. Assim, houve um interesse em convencer o leitor a ir ao cinema para assisti-lo. O trecho que expressa essa intenção é:

 

(A) “Blu é uma arara domesticada que nunca aprendeu a voar e tem uma vida tranquila e confortável ao lado de Linda, sua dona e melhor amiga”.

(B) “Dos criadores da série de sucesso A Era do gelo, agora chega às telas Rio, uma divertidíssima aventura sobre assumir riscos na vida”

(C) “Com a ajuda da experiente Jewel e de um grupo de debochados e faladores pássaros da cidade, Blu consegue escapar.”

(D) “Blu e Linda pensam que ele é o último de sua espécie, mas quando ficam sabendo que há outra arara azul que vive no Rio de Janeiro”.

 

QUESTÃO 09: Leia o texto a seguir:

 

Você acredita que o jovem tem condições de mudar o país?

 

SIM: “Certamente. O jovem busca encontrar seu lugar no mundo, mudando constantemente comportamentos e padrões. Isso demonstra uma nova consciência sobre o mundo e o espaço. Com as inovações tecnológicas, nós temos o poder para mudar de atitude sem sair de casa, podendo unir nossa opinião à de milhões, e expressarmo-nos por meio dos mais variados meios de comunicação.” (Túlio S. E. Pinto, estudante de filosofia, 27 anos).

 

NÃO: “Eu acredito que não. Infelizmente, a maioria dos jovens brasileiros tem se preocupado com questões que dizem respeito apenas às atitudes e comportamentos mais pessoais. Não pensam, por exemplo, que, para mudar o rumo do país, precisam, necessariamente, ter um olhar mais atento para a situação política e econômica, além de um afiado senso crítico.” (Felipe S. de Torre, professor, 23 anos).

 

O fato que deu origem às duas respostas é

 

(A) o jovem ter ou não condições de mudar o país.

(B) o jovem não ter mais esperança de mudar o país.

(C) a certeza de o jovem ter condições de mudar o país.

(D) a incerteza de o jovem ter condições de mudar o país.

 

QUESTÃO 10: Leia o texto a seguir.

 

Aprenda a surfar

 

Se você quer ser um internauta, ou seja, navegar pelos sites e frequentar chats, são necessários alguns cuidados. Evite “baixar” arquivos sem usar um antivírus, por exemplo.

Ao enviar mensagens, seja objetivo, não use palavrões e mantenha sua caixa postal em ordem, apagando as mensagens à medida que forem sendo lidas.

 

Elvira de Oliveira. O poder da comunicação: do livro à internet. São Paulo: Abril, 2000.

 

O objetivo do texto é

 

(A) informar o leitor sobre as vantagens e desvantagens da internet.

(B) mostrar ao leitor os sites perigosos da internet.

(C) informar ao leitor sobre a importância da instalação de um bom antivírus.

(D) orientar o leitor sobre as formas seguras de se acessar a internet.

 

 

Observação: Algumas atividades foram retiradas e adaptadas do livro didático VONTADE DE SABER PORTUGUÊS, das autoras Rosemeire Alves e Tatiane Brugnerotto (PNL 2014). 

 


E AÍ, GOSTOU DO NOSSO MATERIAL? COMENTA AQUI ABAIXO 👇!




GABARITO

 

1: B

2: C

3: D

4: D

5: B

6: D

7: C

8: B

9: A

10: D