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quarta-feira, 26 de agosto de 2015

ATIVIDADE LEITURA E INTERPRETAÇÃO TEXTUAL - GÊNERO ARTIGO DE OPINIÃO - 9º ANO

Leia o texto a seguir e observe como o autor se posiciona a respeito da superlotação dos presídios e cadeias públicas.

SUPERLOTAÇÃO CARCERÁRIA

Por Drauzio Varela

O lema "lugar de bandido é na cadeia" é vazio e demagógico. Não temos prisões suficientes.

     
As fábricas de ladrões e traficantes jogam mais profissionais no mercado do que sonha nossa vã pretensão de aprisioná-los.
     Levantamento produzido pelo jornal Folha de São Paulo com base nos censos realizados nas 150 penitenciárias e nas 171 cadeias públicas e delegacias de polícia, mostra que o Estado de São Paulo precisaria construir imediatamente mais 93 penitenciárias apenas para reduzir a superlotação atual e retirar os presos detidos em delegacias e cadeias impróprias para funcionar como presídios.
    Para Lourival Gomes, o atual secretário da Administração Penitenciária cuja carreira acompanho desde os tempos do Carandiru, profissional a quem não faltam credenciais técnicas e a experiência que os anos trazem, o problema da falta de vagas não será resolvido com a construção de prisões.
     Tem razão, é guerra perdida: no mês passado o sistema prisional paulista recebeu a média diária de 121 novos detentos, enquanto foram libertados apenas 100. Ficaram encarcerados 21 a mais todos os dias.
    Como os presídios novos têm capacidade para albergar 768 detentos, seria necessário construir mais um a cada 36 dias, ou seja, dez por ano.
    Esse cálculo não leva em conta o aprimoramento técnico da polícia. Segundo o mesmo levantamento, a taxa de encarceramento que há oito meses era de 413 pessoas para cada 100 mil habitantes, aumentou para 444. Se a PM e a Polícia Civil conseguissem prender marginais com a eficiência dos policiais americanos (743 para cada 100 mil habitantes), seria preciso construir uma penitenciária a cada 21 dias.
    Agora, analisemos as despesas. A construção de uma cadeia consome R$ 37 milhões, o que dá perto de R$ 48 mil por vaga. Para criar uma única vaga gastamos mais da metade do valor de uma casa popular com sala, cozinha, banheiro e dois quartos, por meio da qual é possível retirar uma família da favela.
     Esse custo, no entanto, é irrisório quando comparado aos de manutenção. Quantos funcionários públicos há que contratar para cumprir os três turnos diários? Quanto sai por mês fornecer três refeições por dia? E as contas de luz, água, material de limpeza, transporte, assistência médica, jurídica e os gastos envolvidos na administração?
     Não sejamos ridículos, caro leitor. Se nossa polícia fosse bem paga, treinada e aparelhada de modo a mandar para atrás das grades todos os bandidos que nos infernizam nas ruas, estaríamos em maus lençóis. Os recursos para mantê-los viriam do aumento dos impostos? Dos cortes nos orçamentos da educação e da saúde?
      Então, o que fazer? É preciso agir em duas frentes. A primeira é tornar a Justiça mais ágil de modo a aplicar penas alternativas, facilitar a progressão para o regime semiaberto no caso dos que não oferecem perigo à sociedade, e colocar em liberdade os que já pagaram por seus crimes, mas que não têm recursos para contratar advogado.
     A segunda, muito mais trabalhosa, envolve a prevenção. Sem diminuir a produção das fábricas de bandidos jamais haverá paz nas ruas.
    Na periferia de nossas cidades, milhões de crianças e adolescentes vivem em condições de risco para a violência. São tantas que é de estranhar o pequeno número que envereda pelo crime.
     Nossa única saída é oferecer-lhes qualificação profissional e trabalho decente, antes que sejam cooptados pelos marginais para trabalhar em regime de semiescravidão. 

      Há iniciativas bem sucedidas nessa área, mas o número é tímido diante das proporções da tragédia social. É necessário um grande esforço nacional que envolva as diversas esferas governamentais e mobilize a sociedade inteira.
    Como parte dessa mobilização é fundamental levar o planejamento familiar para os estratos sociais mais desfavorecidos. Negar-lhes o acesso à lei federal que lhes dá direito ao controle da fertilidade é a violência mais torpe que a sociedade brasileira comete contra a mulher pobre.
      O lema “lugar de bandido é na cadeia” é vazio e demagógico. Não temos nem teremos prisões suficientes.
Reduzir a população carcerária é imperativo urgente. Não cabe discutir se estamos a favor ou contra; não existe alternativa. Empilhar homens em espaços cada vez mais exíguos não é mera questão de direitos humanos, é um perigo que ameaça todos nós. Um dia eles voltarão para as ruas.








POR DENTRO DO TEXTO



1. Podemos afirmar que o subtítulo do texto apresenta uma opinião sobre o tema apresentado? Justifique.

2. Para comprovar que não adianta construir novos presídios, o autor citou a opinião de Lourival Gomes, secretário da Administração Penitenciária.
a) De que maneira o autor nos faz acreditar que a opinião do secretário pode ser considerada confiável?

b) Com que intenção o autor nos traz informações a respeito do secretário?

c) Que argumento foi utilizado para reforçar a opinião do secretário?

3. De que maneira o aprimoramento da polícia complica o problema da carceragem no estado de São Paulo?

4. Ao analisar as despesas geradas na construção de uma cadeia, qual a comparação estabelecida pelo autor?

5. A conclusão do texto desenvolve três soluções para o problema de superlotação dos presídios. Explique, resumidamente, quais são eles.

6. O que essas soluções apresentadas têm em comum?

7. Por que, segundo o autor, o lema “lugar de bandido é na cadeia” é vazio e demagógico?

8. Pesquise o significado da palavra exíguo. Clique aqui para acessar o dicionário.

9. Por que o fato de empilhar homens em espaços cada vez mais exíguos é um perigo que ameaça todos nós?

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sexta-feira, 21 de agosto de 2015

O Diário de Anne Frank

Quem foi Anne Frank? Clique aqui e conheça a história de Anne Frank.
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O Diário de Anne Frank 
Clique aqui para acessar o seu resumo.

Eu, prof. Elisandro, parabenizo todos os alunos que postaram o resumo no portal acima. Continuem assim, participativos!


ATIVIDADES ESTRUTURA E FORMAÇÃO DE PALAVRAS, CONCORDÂNCIA NOMINAL 9º ANO


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QUESTÃO 01
As formas verbais também são constituídas de elementos que contêm informações. Observe os verbos destacados nas frases a seguir e assinale a ÚNICA (FRASE) em que o verbo está conjugado na primeira pessoa do plural.

(A) ENGOLIMOS um café meio amargo.
(B) VESTI a melhor roupa.
(C) AMARREI um lenço na cabeça.
(D) PENDURARAM alguns colares no pescoço.

QUESTÃO 02
As palavras são formadas por pequenas partes (morfemas), que constituem a sua estrutura. Em relação a este estudo, assinale a alternativa correta.

(A) A vogal temática sempre aparece no início do radical, porque é um elemento importante nas palavras.
(B) Os prefixos e os sufixos podem ser substituídos pelo radical, desde que a palavra não possua tema.
(C) Os afixos (prefixos e sufixos) são elementos que se juntam ao radical para dar origem a novas palavras.
(D) Radical não é um elemento importante na construção de uma palavra e sempre aparece antes do prefixo.

QUESTÃO 03
A vogal temática aparece no final dos nomes que não apresentam oposição masculino/feminino. Sendo assim, assinale a ÚNICA alternativa em que a palavra possui uma VOGAL TEMÁTICA NOMINAL.

(A) banheira.
(B) amar.
(C) garota.
(D) dente.

QUESTÃO 04
As desinências nominais marcam o gênero e o número dos substantivos e adjetivos. As desinências verbais indicam a pessoa, o número, o tempo e o modo das formas verbais. Sendo assim, assinale a ÚNICA alternativa em que a palavra possui uma desinência nominal de gênero.

(A) garotas.
(B) estudássemos.
(C) desilusão.
(D) sorriram.

QUESTÃO 05
Assinale a alternativa em que o tipo de morfema em destaque é um SUFIXO.

(A) DESigual.
(B) INfeliz.
(C) músicAS.
(D) artesanATO.

QUESTÃO 06
Assinale a alternativa em que o SUFIXO da palavra possui o mesmo sentido do sufixo da palavra PAULISTA.

(A) cinzEIRO.
(B) cearENSE.
(C) lamEIRA.
(D) artesanATO.

QUESTÃO 07
O ÚLTIMO QUARUP

Em 2003, quase 3mil indígenas prestaram homenagem ao “cacique” Orlando Villas Bôas. Foi o último Quarup em honra a um homem branco. Leia o depoimento da Mariana Villas Bôas, esposa de Orlando, sobre como foi o Quarup de seu marido.
O Quarup é a homenagem que se faz em despedida do morto – é o fim do morto. Os índios acreditam que a pessoa que morre, por um período curto de tempo, continua por aqui, a perambular; o espírito está presente e ainda vive no local. O Quarup representaria ainda uma oportunidade que se dá ao morto de voltar, caso não esteja satisfeito onde estiver. Como ele não volta, estima-se que não haja mais contato, que ele tenha se desligado completamente e partido para a aldeia dos que já morreram.
Por essa razão, depois do Quarup não se pode mais ter saudade, não se pode mais chorar pelo morto – porque ele não está morto, está vivo na aldeia dos que já morrem. É uma passagem muito bonita, emocionante, e nos dá um grande alívio, a sensação de algo bem encerrado.
O Quarup de Orlando Villas Bôas, em 2003, foi a maior homenagem que se fez até hoje a um civilizado dentro da cultura indígena, e determinou-se que seria o último. Orlando foi consagrado “cacique branco” do Xingu; sua morte causou grande emoção entre os índios, ele era muito amado. Foi o maior Quarup que se fez até hoje, e os índios dizem que nunca mais haverá outro em homenagem a um civilizado, porque Orlando foi o “último branco”. [...].

(Revista Raiz. Cultura do Brasil, 2006).

Segundo o texto, o Quarup é um ritual indígena feito para

(A) se lembrar dos mortos.
(B) se despedir dos mortos.
(C) rezar pelos mortos.
(D) enterrar e rezar pelos mortos.

QUESTÃO 08
Assinale a alternativa formada pelo processo de derivação prefixal.

(A) desalmado.
(B) entristecer.
(C) fidelidade.
(D) desleal.

QUESTÃO 09
A DERIVAÇÃO PARASSINTÉTICA OU PARASSÍNTESE – acrescentam-se, simultaneamente, um prefixo e um sufixo a um radical. A palavra só existe com o acréscimo dos dois morfemas ao mesmo tempo.

Sendo assim, assinale a alternativa em que a palavra é formada pelo processo de derivação parassintética.

(A) infelicidade.
(B) anoitecer.
(C) superpopulação.
(D) independente.

QUESTÃO 10
Assinale a alternativa em que a palavra completa corretamente o enunciado a seguir.

“A ocorrência mais comum de derivação................................ é passar uma palavra de uma classe gramatical qualquer para a classe dos substantivos. Para isso basta antepor um artigo ou pronome à palavra. Exemplo: O poder da Petrobras é grande. Nesse caso foi acrescentado o artigo (o) antes do verbo”.

(A) parassintética.
(B) regressiva.
(C) prefixal.
(D) imprópria.

QUESTÃO 11
 BRASIL, UM CALDEIRÃO CULTURAL

A vasta e rica cultura popular brasileira se reflete em vários aspectos. A culinária, por exemplo, não tem um prato típico e sim vários, dada a diversidade de temperos, sabores e ingredientes. Assim, podemos saborear alimentos como acarajé baiano, a carne de sol com feijão verde do sertão nordestino, a galinhada goiana, o chimarrão gaúcho etc.
As festas folclóricas também refletem a origem do povo brasileiro. São comemorações nas quais os participantes rezam, cantam e dançam. São festas de bois, folias de reis, carnavais, marijadas. Podemos destacar as festas de bois mais populares do país que acontecem pelo Amazonas, Piauí, Maranhão e em outros estados. E as festas de São João. Que pule a fogueira aquele que nunca brincou de casamento caipira, milho assado, quentão etc.
Assim é o nosso país!

(Revista Painel Renault, 2004).

O título do texto sugere que a cultura brasileira

(A) é formada por povos que amam a dança e as festas populares.
(B) é formada por uma grande mistura devido às várias etnias que formam a nossa população.
(C) é uma cultura rica porque é preservada e conservada apenas por uma etnia.
(D) é constituída por povos que preferem o anonimato, como forma de proteção.

QUESTÃO 12
Entre as palavras abaixo, aponte a ÚNICA que é constituída apenas por radical.

(A) café.
(B) infeliz.
(C) lealdade.
(D) descomplicado.

QUESTÃO 13
Das palavras abaixo, que possuem o sufixo –EIRO, identifique apenas a que o sufixo transmite uma noção de quantidade ou intensidade.

(A) garimpeiro.
(B) nevoeiro.
(C) padeiro.
(D) pinheiro.

QUESTÃO 14
Das palavras abaixo, aponte a única que apresenta uma vogal temática.

(A) menina.
(B) garotas.
(C) moça.
(D) cantávamos.

QUESTÃO 15
De acordo com os estudos sobre Estrutura e Formação de Palavras, assinale a alternativa correta.

(A) Na palavra CASINHA se vê um prefixo.
(B) Na palavra ILEGAL não há radical.
(C) Na palavra GAROTA se vê uma desinência de gênero.
(D) Na palavra VIDA há uma vogal temática verbal.

QUESTÃO 16
Qual das palavras abaixo, o morfema em destaque é uma vogal temática?

(A) matA.
(B) pratA.
(C) SapatA.
(D) banheirA.

QUESTÃO 17
Em qual dos conjuntos abaixo, o afixo em destaque muda a classe gramatical da segunda em relação à primeira.

(A) conhecimento – DESconhecimento.
(B) casa – casarÃO.
(C) menino – meniniNHO.
(D) belo – belEZA.

QUESTÃO 18
Identifique a opção em que NEM TODAS as palavras provêm de um mesmo radical.

(A) luz, luzeiro, alumiar.
(B) festa, festeiro, festejar.
(C) noite, anoitecer, noitada.
(D) incrível, crer, crente.

QUESTÃO 19
O sufixo da palavra brasileiro é –EIRO.  Das alternativas abaixo, assinale a que contém palavras formadas por sufixo com sentidos semelhantes ao da palavra BRASILEIRO.

(A) festeira, carpinteiro, pedreiro.
(B) cearense, chileno, paulista.
(C) armário, amável, pastelaria.
(D) palacete, artista, carteiro.

QUESTÃO 20
Aponte a palavra formada pelo processo de derivação regressiva.

(A) erro.
(B) enlouquecer.
(C) doceira.
(D) felicidade.

QUESTÃO 21
Aponte a palavra formada pelo processo de derivação prefixal.

(A) anoitecer.
(B) indecentemente.
(C) doçura.
(D) infeliz.

QUESTÃO 22
Aponte a palavra formada pelo processo de derivação sufixal.

(A) enlouquecer.
(B) pernoitar.
(C) felicidade.
(D) irreal.

QUESTÃO 23
Aponte a palavra formada pelo processo de composição por justaposição.

(A) outrora.
(B) pé de moleque.
(C) relembrar.
(D) aguardente.

QUESTÃO 24
Aponte a palavra formada pelo processo de derivação parassintética.

(A) vaivém.
(B) aguardente.
(C) cafezal.
(D) enlouquecer.

QUESTÃO 25
Aponte a palavra formada pelo processo de derivação PREFIXAL E SUFIXAL.

(A) infidelidade.
(B) Pernalonga.
(C) felicidade.
(D) enlouquecer.

QUESTÃO 26
Assinale o processo de formação das palavras: RELIGAR e COMPOR.

(A) derivação sufixal.
(B) derivação prefixal.
(C) derivação parassintética.
(D) derivação regressiva.

QUESTÃO 27
Assinale o processo de formação das palavras: DESCAMPADO e ANOITECER.

(A) derivação sufixal.
(B) derivação prefixal.
(C) derivação parassintética.
(D) derivação regressiva.

QUESTÃO 28
Assinale o processo de formação das palavras: (a) crítica e (o) choro.

(A) derivação sufixal.
(B) derivação prefixal.
(C) derivação parassintética.
(D) derivação regressiva.

QUESTÃO 29
Assinale o processo de formação das palavras: CHUVEIRO e DENTISTA.

(A) derivação sufixal.
(B) derivação prefixal.
(C) derivação parassintética.
(D) derivação regressiva.

QUESTÃO 30
Assinale o processo de formação das palavras: SMASH e CRUNCH.

(A) derivação sufixal.
(B) onomatopeia.
(C) derivação parassintética.
(D) derivação regressiva.

QUESTÃO 31
LEMBRANÇAS

A mineira Paula Sampaio migrou, aos seis anos, com a família para a Amazônia. Aos olhos daquela menina, a viagem para a construção da gigantesca Rodovia Transamazônica ficou na memória. Ela passou a infância ouvindo histórias fantásticas e vendo um universo desconhecido, mas, ao mesmo tempo, fascinante. Hoje, fotógrafa, Paula mostra, através de suas lentes, imagens belas e cotidianas de lugares, de situações e de pessoas valentes e trabalhadoras que ainda vivem naquela região.

(Simonetta Persichetti. Imagens da fotografia brasileira, 2000).

No título, o autor emprega apenas o substantivo LEMBRANÇAS. Com base nas informações do texto, assinale a ÚNICA palavra que poderia ser usado para caracterização desse substantivo.

(A) Rodovias.
(B) fantásticas.
(C) fotógrafa.
(D) trabalhadoras.

QUESTÃO 32
A frase a seguir foi dividida em partes e colocada fora da ordem. Aponte a alternativa em que a construção da frase foi montada com sentido coerente.

“Os problemas da por decreto nem com armas, compromisso das solidárias nossa sociedade, não vão ser resolvidos e sim com um sério pessoas em promover ações”

(A) Por decreto e por ações solidárias, os problemas da nossa sociedade será resolvido, por pessoas sérias e que promovem ações.
(B) Os problemas da nossa sociedade não vão ser resolvidos por decreto nem com armas, e sim com um sério compromisso das pessoas em promover ações solidárias.
(C) Os problemas da nossa sociedade, com um sério compromisso das pessoas, é que serão resolvidos com ações solidárias.
(D) Com ações solidárias e com um sério compromisso, nossa sociedade resolverá os problemas da nossa sociedade.

QUESTÃO 33
Aponte a frase que esteja de acordo com a norma padrão da língua portuguesa.

(A) Na Idade Média, os recibos eram bastantes usados como papel-moeda.
(B) Alguns inventos são muitos úteis às pessoas.
(C) Gasolina e outros combustíveis custam cara.
(D) A gasolina no Brasil é cara.

QUESTÃO 34
Aponte a frase que esteja de acordo com a norma padrão da língua portuguesa.

(A) É necessária a conscientização das pessoas para um consumo responsável.
(B) Ele tinha menas chances de tirar nota máxima naquela prova.
(C) Ela ficou meia preocupada, porque o professor demorou em falar a nota do exame.
(D) É proibido a entrada de pessoas estranhas nesta sala.

QUESTÃO 35
Apenas UMA FRASE segue as regras de concordância da gramática normativa. Aponte-a.

(A) Neste recinto é proibido a entrada de pessoas com bebidas.
(B) Eu mesma faço isso. – Disse a senhora.
(C) Depois da queda, a mulher ficou meia tonta.
(D) Segue anexos as listas de presença dos alunos.

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