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domingo, 12 de abril de 2015

LEITURA E INTERPRETAÇÃO TEXTUAL - 8º E 9º ANO

O disfarce dos bichos

Você já tentou pegar um galhinho seco e ele virou bicho, abriu asas e voou? Se isso aconteceu é porque o graveto era um inseto conhecido como “bicho-pau”. Ele é tão parecido com um galhinho, que pode ser confundido com um graveto. Existem lagartas que se parecem com raminhos de plantas e há grilos que imitam folhas. Muitos animais ficam com a cor e a forma dos lugares em que estão. Eles fazem isso para se defenderem dos inimigos ou capturar outros bichos que servem de alimento. Esses truques são chamados de mimetismo, isto é, imitação. O cientista inglês Henry Walter Bates foi quem descobriu o mimetismo. Ele passou onze anos na selva amazônica estudando os animais. 

MAVIAEL MONTEIRO, José. Bichos que usam disfarce para defesa. FOLHINHA, 6. NOV, 1993. 

O “bicho-pau” se parece com

(A) florzinha seca.
(B) folhinha verde.
(C) galhinho seco.
(D) raminho de planta.


Talita

Talita tinha a mania de dar nomes de gente aos objetos da casa, e tinham de ser nomes que rimassem. Assim, por exemplo, a mesa, para Talita, era Dona Teresa, a poltrona era Vó Gordona, o armário era o Doutor Mário. A escada era Dona Ada, a escrivaninha era Tia Sinhazinha, a lavadoura era Prima Dora, e assim por diante.
Os pais de Talita achavam graça e topavam a brincadeira. Então, podiam-se ouvir conversas como essa:
- Filhinha, quer trazer o jornal que está em cima da Tia Sinhazinha?!
- É pra já, papai. Espere sentado na Vó Gordona, que eu vou num pé e volto noutro.
Ou então:
-- Que amolação, Prima Dora está entupida, não lava nada! Precisa chamar o mecânico.
-- Ainda bem que tem roupa limpa dentro do Doutor Mário, né Mamãe?
E todos riam.

BELINKY, Tatiana. A operação do tio Onofre: uma história policial. São Paulo. Ática, 1985.

A mania de Talita de dar nome de gente aos objetos da casa demonstra que ela é uma menina

(A) curiosa.
(B) exagerada.
(C) estudiosa.
(D) criativa.  


Continho

Era uma vez um menino triste, magro e barrigudinho. Na soalheira danada de meio-dia, ele estava sentado na poeira do caminho, imaginando bobagem, quando passou um vigário a cavalo.
— Você, aí, menino, para onde vai essa estrada?
— Ela não vai não: nós é que vamos nela.
— Engraçadinho duma figa! Como você se chama?
— Eu não me chamo, não, os outros é que me chamam de Zé.

MENDES CAMPOS, Paulo, Para gostar de ler - Crônicas. São Paulo: Ática, 1996, v. 1 p. 76.

Há traço de humor no trecho

(A) “Era uma vez um menino triste, magro”. (ℓ. 1)

(B) “ele estava sentado na poeira do caminho”. (ℓ. 1-2)

(C) “quando passou um vigário”. (ℓ. 2)

  (D) “Ela não vai não: nós é que vamos nela”. (ℓ. 4






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